terça-feira, 31 de maio de 2011

Segurança - USP

PM vai criar pelotão de policiais universitários para atuar na USP

Policiais devem participar de treinamento para agir no campus.
USP quer ampliar presença da Polícia Civil para coibir quadrilhas.

Da Agência Estado
A Polícia Militar vai criar uma unidade de policiamento especializada no público universitário. PMs que cursam graduação e pós-graduação na Universidade de São Paulo (USP) devem participar do treinamento do novo pelotão e serão destacados para policiar a Cidade Universitária, no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. Para a corporação, eles entendem "melhor o que pensam os universitários" e podem ajudar a adaptar o policiamento comunitário ao ambiente da USP.
Além do reforço na atuação da PM, a ampliação da presença da Polícia Civil no campus, está entre os pedidos da USP à Secretaria de Segurança Pública (SSP). A proposta é que a Polícia Civil crie um destacamento especializado na investigação de crimes dentro da universidade. Essa é uma das solicitações encaminhadas pela reitoria ao governo do estado, que faz parte de protocolo de cooperação definido após a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, assassinado no campus no dia 18 de maio.
A PM ainda aguarda a análise do protocolo pela SSP, mas entre as medidas de policiamento ostensivo a serem adotadas está a instalação de pelo menos uma base móvel no campus e policiamento com bicicletas durante os fins de semana. A maior presença da Polícia Civil, na visão da reitoria, servirá para combater quadrilhas especializadas em crimes na Cidade Universitária.

domingo, 29 de maio de 2011

Assalto a joalheria em shopping Zona Leste SP

Assalto a joalheria de shopping na Zona Leste de SP termina com ferido

Segundo a Polícia Militar, uma pessoa foi baleada e levada a hospital.
Crime ocorreu no Shopping Metrô Itaquera.

Do G1 SP
Assalto a joalheria de shopping mobiliza PM na Zona Leste de SP (Foto: Reprodução/TV Globo)
Assalto a joalheria de shopping mobiliza PM na Zona Leste de SP (Foto: Reprodução/TV Globo)
Uma pessoa ficou ferida após um assalto a uma joalheria no Shopping Metrô Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, na tarde deste sábado (28).
Segundo a Polícia Militar, após o crime, houve tiroteio e uma pessoa foi baleada. Ela foi socorrida e levada para o Hospital Waldomiro de Paula, também em Itaquera. Não há informações sobre o estado de saúde dela. O centro médico só confirma que uma pessoa foi levada para o setor de emergência.
A PM não sabe dizer quantas pessoas participaram do assalto e o que foi levado. As lojas do shopping fecharam as portas após o crime.
Ao menos uma pessoa ficou ferida (Foto: Reprodução/TV Globo)
Ao menos uma pessoa ficou ferida (Foto: Reprodução/TV Globo)

Troca de tiros em Shopping no RJ

Morrem homens envolvidos em troca de tiros em shopping do Rio

Identidade dos policiais, um civil e outro militar, não foi revelada.
Troca de tiros aconteceu dentro de loja de construção de shopping em Bangu.

Do G1, em São Paulo
 Os dois homens que se envolveram em uma briga em um shopping em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, morreram antes de chegar ao Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na noite deste sábado (28).
Policiais, um civil e outro militar, eles não tiveram a identidade revelada pela sala de polícia do hospital, que confirmou a morte no fim da noite.
A troca de tiros dentro de uma loja de construção do shopping teria começado com uma briga. De acordo com testemunhas, vários tiros foram disparados no interior da loja, por volta das 21h50, causando correria e pânico entre clientes.
Após os disparos, a loja teve seu acesso fechado. Policiais do 14º BPM (Bangu) foram acionados e chegaram ao local por volta das 22h.

VOO 447

27/05/2011 13h50 - Atualizado em 27/05/2011 20h41

Veja detalhes do acidente do voo 447

Investigadores franceses divulgaram relatório parcial sobre a queda.
Novas informações foram obtidas nas caixas-pretas do Airbus.

Do G1, em São Paulo
Veja detalhes do voo 447 (Foto: Editoria de Arte/G1)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

LIgue Grans 0xx11 3533 2568 SP

BOMBA EXPLODE EM ESCOLA DE JUNDIAÍ

Bomba explode em escola e deixa alunos feridos no interior de SP

Vidros dos banheiros estouraram e feriram ao menos cinco estudantes.
A potência da bomba foi tão forte que destruiu a caixa d’água da escola.

Do G1 SP, com informações da TV Tem
Uma bomba de fabricação caseira explodiu no fim da manhã desta quarta-feira (25) em uma escola estadual no bairro Vila Rio Branco, em Jundiaí, a 58 km de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, pelo menos cinco alunos ficaram feridos e foram socorridos.
A bomba foi deixada em um dos banheiros e explodiu durante o intervalo. Os vidros dos banheiros estouraram e feriram os estudantes.
A potência da bomba foi tão forte que destruiu a caixa d’água da escola. A polícia investiga quem teria levado o artefato.

terça-feira, 24 de maio de 2011

EXPOSEC 2011 - PARTICIPE JÁ

A Grans Nascimento Associados parabeniza os organizadores de mais um grande evento do Segmento em São Paulo, e através do Blog Onde Mora o Perigo está a disposição para receber as informações mais quentes da Feira e dos Congressos, enviem seus e mails , vídeos e fotos  para conseg83@yahoo.com.br que publicaremos em tempo real sua matéria ( Free ). A você que está lendo o nosso Blog no local do evento muito sucesso e boa EXPOSEC 2011. Sucesso a todos os expositores e visitantes.

A Redação

Criança Segura - Ajudando a prevenir acidentes com crianças

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O Perigo das Drogas

19/05/2011 10h20 - Atualizado em 19/05/2011 12h31

Veja os efeitos do oxi no corpo humano

Combustível e cal usados na produção pioram os efeitos da droga.
Cal afeta o sistema respiratório, enquanto combustível age no digestório.

Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo
5 mil papelotes de oxi foram apreendidos na Favela de Heliópolis (Foto: Reprodução/TV Globo)

Embalagens com pedras de oxi apreendidas em
São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)
O Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal  prepara um estudo para entender melhor as características de uma nova droga que chegou ao país em 2011: o oxi. Os resultados só devem ser divulgados no início de junho, mas por enquanto os médicos e químicos já sabem algumas coisas. Por exemplo: a droga é uma versão potente e perigosa da cocaína.
As primeiras apreensões aconteceram no Acre, mas o tóxico já chegou ao Rio Grande do Sul e passou por São Paulo.
A droga é um derivado da cocaína em forma de pedra, para ser fumado -- como o crack. O psicofarmacologista Elisaldo Carlini explica que é preciso adicionar um solvente e uma substância de caráter básico (o contrário de ácido, neste sentido) à pasta base para fazer tanto o crack quanto o oxi.
A diferença entre as duas drogas está no quê exatamente é utilizado. No crack: éter, acetona e bicarbonato de sódio. No oxi, até onde se sabe, gasolina, querosene e cal virgem.
“Os compostos usados no crack são menos agressivos”, resume Carlini, que é professor titular de pós-graduação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid).
Os ingredientes mais tóxicos usados na fabricação do oxi são também mais baratos.
O dependente químico nem sempre tem escolha"
Ana Cristina Fulini, especialista em dependência química
“O dependente químico nem sempre tem escolha”, argumenta a especialista em dependência química Ana Cristina Fulini, coordenadora terapêutica da clínica Maia Prime.
Ela diz que, muitas vezes, o usuário aceita qualquer produto, e que o oxi normalmente é vendido mais para o fim da madrugada. Depois de consumir várias pedras de crack, os clientes ficam na “fissura” e compram o produto. Uma noite inteira de crack não só aumenta a necessidade do uso de mais drogas, como também acaba com o dinheiro dos dependentes. “Não duvido que alguém acabe escolhendo o oxi pelo preço”, afirma Fulini.
O G1 conversou também com a médica psiquiátrica Marta Jezierski, diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), órgão ligado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que explicou o que a droga faz no organismo. Veja abaixo:
oxi (Foto: oxi)
Como se pode perceber, alguns dos problemas são causados pelas substâncias adicionadas, e é por isso que o oxi é considerado mais tóxico e perigoso que o crack.
“Tanto a cal quanto o combustível são irritantes, não servem para o consumo humano. Eles descem assando tudo”, diz Jezierski.
Fulini, que trabalha com a reabilitação de usuários, destaca a dificuldade de superar tais problemas. “Quando a gente fala de crack e oxi, a questão não é só a morte, mas o tanto que a pessoa fica debilitada”, ressalta a especialista, que diz que muitos de seus pacientes desenvolveram problemas psicológicos.
É mais forte?
Até por se tratar de uma droga muito nova na maior parte do país, o oxi ainda gera relatos contraditórios. Fulini se baseia no que disseram alguns pacientes de sua clínica e acredita que o oxi tem efeito mais forte e mais rápido que o crack.
“Estão aparecendo usuários de crack que consumiram uma pedra diferente, oleada”, ela conta. “Alguns usuários relatam que o efeito é mais rápido, outros falam que deixa um gosto muito ruim na boca”, prossegue a especialista.
Por outro lado, Carlini, do Cebrid, não vê na composição química motivo para que o oxi tenha um efeito diferente em relação ao crack, e faz uma comparação. Segundo ele, há traficantes que adicionam fezes de animais à maconha, pela semelhança visual. “Às vezes, a pessoa fuma as fezes e chega a sentir o efeito da maconha, porque está condicionada”, explica o psicofarmacologista, buscando uma explicação psicológica.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

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A Redação

Insegurança na USP

18/05/2011 23h10 - Atualizado em 19/05/2011 04h33

Estudante é baleado e morre dentro da USP

Jovem de 24 anos levou tiro na cabeça.
Corpo estava ao lado do carro, no estacionamento da universidade.

Rafael Olivera Do G1, em São Paulo
Corpo do estudante foi encontrado entre dois veículos. (Foto: Rafael Oliveira / G1)
Corpo do estudante foi encontrado entre dois veículos. (Foto: Rafael Oliveira / G1)
Um estudante foi baleado e morreu na noite desta quarta-feira (18) no estacionamento do campus da Universidade de São Paulo (USP), na Zona Oeste da capital. De acordo com a polícia, Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, foi atingido na cabeça.

Segundo a Polícia Civil, uma testemunha disse que a vítima tirou dinheiro em um caixa eletrônico dentro da própria universidade e foi perseguido até o carro dele, um Passat blindado. O rapaz tentou entrar no veículo para se proteger, mas foi atingido por um revólver calibre 380, de acordo com a polícia.
Aparentemente, nenhum objeto de valor foi roubado da vítima, mas a polícia investiga a possibilidade de uma tentativa de assalto ou homicídio praticado por alguém do convívio do rapaz.
Segundo o capitão Maia, da Polícia Militar (PM), um segurança da universidade também teria ouvido o disparo e visto uma pessoa correndo perto do local do crime. A polícia constatou ainda que a maçaneta da porta do carro do jovem foi danificada.
"Meu filho era um menino tranquilo", disse, emocionada, a mãe da vítima. (Foto: Rafael Oliveira / G1)'
Meu filho era um menino tranquilo', disse,
emocionada, a mãe da vítima.
(Foto: Rafael Oliveira / G1)
O pai do estudante, Ocimar Paiva, disse que o jovem já havia sido assaltado outras duas vezes dentro do ônibus e, por isso, teria comprado o carro blindado. "Eu falava para ele tomar cuidado, havia muito assalto pela região. Mas ele dizia que 'não, não tem problema'", contou o pai.
"Meu filho era um menino muito bom, gostava muito de estudar e trabalhar. Era um filho carinhoso em casa, tranquilo, não gostava de ir para a balada. O negócio dele era trabalhar, estudar e curtir a namorada", disse a mãe de Felipe, Zélia Ramos.
Segundo a família do rapaz, ele pretendia se casar após terminar a faculdade. Felipe tinha acabado de tirar passaporte internacional, e planejava viajar a lazer em breve, de acordo com a mãe do jovem.
A assessoria de imprensa da universidade confirmou a morte do rapaz pouco antes das 23h. O crime ocorreu em frente ao prédio da Faculdade de Economia e Administração (FEA). O rapaz cursava o 5º de Ciências Atuariais, no mesmo complexo.
O caso foi registrado no 91º Distrito Policial, mas as investigações estão a cargo do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
Manifestação
O diretor do Centro Acadêmico da FEA, Antônio Raviolli, disse que pretende mobilizar os cerca de 3 mil alunos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP e realizar uma manifestação com início às 7h desta quinta-feira (19), em protesto ao assassinato do estudante.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Notas Manchadas - Banco Central

Notas manchadas devem ser trocadas no banco, diz BC

Se a nota for legítima, pessoa que a apresentou deve ser ressarcida.
Cédulas manchadas são encaminhadas para destruição.

Da Agência Estado

Em nota divulgada nesta quarta-feira (18), o Banco Central (BC) informou que toda cédula que contiver manchas, rabiscos, símbolos ou desenhos deve ser depositada ou trocada em estabelecimento bancário.
"A população e o comércio devem recusar o recebimento de notas do real marcadas", afirma a nota, em resposta às dúvidas sobre o destino das cédulas manchadas com tinta vermelha. Estas notas são manchadas como forma de combater furtos a caixas eletrônicos.
O BC esclarece que, caso alguma cédula marcada seja recebida inadvertidamente, ela deve ser encaminhada a um estabelecimento bancário, que entregará um recibo a quem apresentou a cédula. A cédula será então encaminhada ao BC para exame e destruição. Caso a nota seja legítima, a pessoa que a apresentou será ressarcida.

Alvos de Assaltos em São Paulo

2011 09h21 - Atualizado em 18/05/2011 10h01

Motos de luxo e táxis são novos alvos de assaltos no trânsito de SP

Federação do Motoclubes divulga os dez corredores mais perigosos.
Taxistas demonstram preocupação; PM faz operações de combate.

Kleber Tomaz Do G1 SP
Taxista SP (Foto: Kleber Tomaz/G1)
Taxista Marcio Roberto Silva já foi vítima de assalto
na Marginal Pinheiros (Foto: Kleber Tomaz/G1)
Motos importadas de luxo e táxis são os novos alvos de assaltos no trânsito de São Paulo. Polícia Militar, Federação dos Motoclubes e Sindicato dos Taxistas Autônomos no Estado de São Paulo confirmam a tendência dos assaltantes em atacar motociclistas e taxistas em dois dos principais corredores na Zona Sul da capital paulista.
As motocicletas são roubadas principalmente na Avenida dos Bandeirantes, mas a entidade de classe divulga na internet outros nove locais que devem ser evitados (leia mais abaixo). Já os taxistas e seus clientes são assaltados na Marginal Pinheiros.
A Polícia Militar informa que monitora as vias com o patrulhamento de motos e que os índices de criminalidade, apesar de não serem divulgados pela corporação, estão sendo reduzidos.
Motos na Bandeirantes

Na Avenida dos Bandeirantes, os ataques são praticados por quadrilhas especializadas e violentas e ocorrem principalmente nos fins de semana, quando os motociclistas usam a via como rota para pegar estradas em direção ao litoral paulista.
A PM não  possui dados sobre o número de motos de luxo roubadas na Bandeirantes, mas informa que os crimes têm maior incidências aos sábados e domingos, por volta das 17h. Os assaltantes têm, em média, de 20 a 30 anos de idade, andam em dupla numa moto de grande potência e costumam atirar nas suas vítimas.
As motos mais visadas são aquelas com mais de 600 cilindradas. Muitas são encomendadas em outros países e têm como destino certo o Paraguai.
Além de usar armas, as gangues derrubam os condutores das motocicletas quando eles param nos semáforos. Homens, acima dos 30 anos e que trabalham como médicos e engenheiros formam o perfil médio de quem é roubado.
Em razão da onda de assaltos a motos importadas, a Federação dos Motoclubes indica as dez vias mais perigosas para o motociclista. Segundo a entidade, os corredores abaixo devem ser, sempre que possível, evitados:
Marginal PinheirosAvenida Aricanduva
Avenida dos BandeirantesRodovias Anhanguera e Bandeirantes
Rodovia Castello BrancoAvenida Mutinga (Jaraguá)
Avenida Rio Branco com a Avenida Duque de CaxiasAvenida São João (perto do Minhocão)
Rua General OsórioRodoanel Mário Covas
  
saiba mais

 “Aconselhamos os motociclistas a não passarem em algumas vias de São Paulo. Sabemos onde os ladrões atuam com mais influência ou constância. Aconselhamos a não andarem sozinhos e evitarem sair no final da tarde ou à noite”, diz Reinaldo de Carvalho Bueno, presidente da Federação dos Motoclubes.
“O número de roubos é bastante reduzido quantitativamente, mas gera grande sensação de insegurança pela violência praticada pelos criminosos. Geralmente a abordagem dos assaltantes é violenta, com agressões físicas, como socos e chutes em suas vítimas”, afirma o capitão Robson Cabanas Duque, comandante da 1ª Companhia do 12º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano da capital.
De acordo com o oficial da PM, a melhor maneira encontrada para combater os roubos de motos foi utilizar o patrulhamento de motoclicletas. Segundo ele, a Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicleta (Rocam) tem retirado das ruas os potenciais criminosos.
“A Rocam tem possibilidade de se deslocar com maior velocidade e agilidade no trânsito e isso tem surtido efeito desejado para diminuir o roubo na região, com a prisão de suspeitos. Além disso, temos o trabalho constante de parar motociclistas suspeitos. Em muitos casos, as motos são apreendidas por falta de documentos ou porque o condutor era foragido da Justiça ou estava com porte ilegal de arma”, diz o capitão Cabanas Duque. “É um trabalho preventivo.”
Segundo o comandante, a população também pode colaborar, telefonando para a PM e indicando alguém em atitude suspeita na via. "É muito raro recebermos telefonemas pelo 190 de chamados de dupla suspeita em moto na Avenida dos Bandeirantes. Se o cidadão achar que alguém está muito tempo parado num mesmo lugar, se preparando para atacar, avise a polícia", afirma o capitão.

Táxis na Pinheiros


Desde o início deste ano, 21 casos semelhantes foram registrados pela PM na Marginal Pinheiros entre a Ponte do Morumbi e a Avenida dos Bandeirantes. Os piores horários para o taxista estão entre as 19h e as 21h, de segunda a sexta-feira.
O Sindicato dos Taxistas demonstra preocupação com a onda de assaltos na marginal. “Têm acontecido muitos assaltos. Estamos preocupados com isso. Muita gente não tem coragem de falar, mas eu falo. Eu acho que é uma fragilidade grande dos governantes e do Congresso Nacional e a criminalidade vai subindo”, diz o presidente da entidade, Natalício Bezerra Silva.
Segundo o presidente do sindicato, o número de assaltos a táxis pode ser bem maior, mas não é conhecido oficialmente porque as vítimas desistem de prestar queixa. “Há assaltos em que motoristas não vão à delegacia porque tomam chá de banco de duas ou três horas e depois levanta o escrivão para dizer que é em outra delegacia”, afirma Bezerra Silva.
"É fácil encontrar donos de táxis que foram assaltados ou tiveram seus passageiros assaltados na Marginal Pinheiros, principalmente nos congestionamentos", diz o taxista Marcio Roberto Silva, de 31 anos.
Ele conta que também foi vítima de assalto na via quando estava com uma cliente durante a noite na marginal. "A mulher havia deixado a bolsa no banco de trás do táxi, um motoqueiro passou, viu e parou do meu lado por causa do trânsito lento. Depois, sacou o revólver, bateu no vidro, eu abri e ele obrigou a passageira a dar a bolsa para ele. Ele sabia que dentro dela tinha um lap top", diz Roberto Silva.
Procurada para comentar o assunto, a PM informa que realiza rondas constantes na marginal e que o índice de criminalidade tem caído na via.
Na Marginal Pinheiros, os assaltos aos táxis também têm sido realizados por motos que aproveitam o congestionamento nos dois sentidos da via para atacar. A diferença em relação à Bandeirantes é que os criminosos usam motocicletas menores para roubar os taxistas ou clientes, que geralmente estão no banco de trás. São levados lap tops, aparelhos eletrônicos, telefones celulares, joias e dinheiro.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Artigo " Empresa Segura "

Muito se tem comentado, entre as empresas que efetuam transações internacionais, sobre o Business Security e muitas dúvidas e mitos têm surgido a respeito do assunto. O presente artigo visa esclarecer: afinal, o que significa Bussines Security ( empresa Segura)?
Primeiramente vamos entender o conceito de segurança (condição de se sentir seguro). No Brasil, a palavra segurança ainda encontra-se atrelada a um antigo paradigma, o de que segurança representa vigilante ou sistema de alarme, manter o patrimônio seguro contra roubos, furtos e invasões.
 Será apenas isso? Hoje a palavra segurança é muito mais abrangente e envolve todas as áreas de uma empresa, quais sejam, Administração, Recursos Humanos, Financeira, Industrial, Contábil, Comercial, T.I., Marketing, etc.
Dentro do conceito de Business Security, para uma empresa ser segura é necessário que ela cumpra alguns requisitos básicos os quais devem começar pela alta direção.
Ø  Adoção de Governança Corporativa
Governança corporativa ou governo das sociedades ou das empresas é o conjunto de processos, costumes, políticas, leis, regulamentos e instituições que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada. O termo inclui também o estudo sobre as relações entre os diversos  envolvidos (os stakeholders) e os objetivos pelos quais a empresa se orienta. Os principais envolvidos, tipicamente, são os acionistas, a alta administração e o conselho de administração.
Ø  Formalização de todos os seus processos
Desta forma, podemos identificar e mitigar os riscos em todos os processos, sejam eles administrativos ou operacionais.
Ø  Implantação de Software ERP - Enterprise Resource Planning
ERP (sistema integrado de gestão) são pacotes (software) de gestão empresarial ou de sistemas integrados, com recursos de automação e informatização, que contribuem para o gerenciamento dos negócios empresariais. A tecnologia ERP utiliza o conceito de base de dados única, pois todos os seus módulos ou subsistemas estão num único software.

Ø  Implantação de Software CRM - Customer Relationship Management
O CRM (Gerenciamento da Relação com o Cliente) é uma estratégia que permite à empresa como um todo ter uma visão única do cliente. A partir daí, poderá explorar melhor as oportunidades de negócio. Para isso, aproveita todas as interações que o cliente tem com a corporação para captar dados e transformá-los em informações que possam ser disseminadas pela organização. Dessa forma, todos os departamentos, entre eles, call center, vendas, marketing, diretoria, etc., podem ter acesso às mesmas informações sobre o cliente: quem é ele, quais são os seus gostos e preferências,quantas vezes ligou, reclamações que fez, sugestões que deu, quanto traz de valor para a empresa, entre outras.

Ø  Implantação de Software Supply Chain Management

SCM (Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos) Trata-se de uma tecnologia de administração orientada para a integração entre os principais processos de negócios existentes entre os elementos de uma cadeia logística, desde os fornecedores iniciais até os consumidores finais, em um modelo de negócio harmônico e de alto desempenho. Seu objetivo é agregar o maior valor possível ao consumidor.

Ø  Implantação de Sotware Business Intelligence

O emprego do BI (Inteligencia de Negócios) possibilita às corporações realizar uma série de análises e projeções, de forma a agilizar os processos relacionados às tomadas de decisão. O BI integra todos os sistemas de uma empresa a partir da consulta às bases de dados das funções empresariais, apresenta informações de forma simples e amigável, atendendo principalmente às necessidades dos executivos da alta administração. Permite o acompanhamento diário de resultados, ao tabular dados de todas as áreas da empresa e exibi-los de forma gráfica e simplificada, de fácil compreensão para usuários sem conhecimentos profundos de tecnologia.

Ø  Business Continuity Planning

O BCP (Plano de Continuidade de Negócios) é o desenvolvimento preventivo de um conjunto de estratégias e planos de ação de maneira a garantir que os serviços essenciais sejam devidamente identificados e preservados após a ocorrência de um desastre, e até o retorno à situação normal de funcionamento da empresa dentro do contexto do negócio do qual ela faz parte.

Ø  Plano Diretor de Segurança

É um documento estratégico que visa avaliar os riscos que interferem no desempenho da empresa, a longo e médio prazo, e recomendar o tratamento sobre os riscos críticos.
Ø  Sistema de Gerenciamento de Gestão de Pessoas
Permite aos colaboradores administrarem e acompanharem a sua vida profissional na empresa, tais como férias, pontuação para promoção, benefícios, abertura de novas vagas, requisitos básicos para seleção interna, etc.


Ø  Diretoria Integrada de Segurança
Sob o mesmo comando e integradas às áreas de: Segurança Patrimonial, Segurança do Trabalho, Segurança da Informação, Segurança contra Incêndios, Segurança do Transporte e Segurança Pessoal.


Como podemos observar, uma empresa segura é bem mais do que possuir vigilância armada e sistema de alarmes.

                              Ricardo Raia Soares de Almeida
        Especialista em Segurança Eletrônica pela ALAS-ARG , Especialista em Segurança Eletrônica pela  FESP
         26 Anos de Experiência em Segurança Eletrônica, Consultor em Segurança Eletrônica
         Tecnólogo em Gestão da Segurança Empresarial
         Certifield Professional INTEL
         Cursos de extensão em : Mapeamento de vulnerabilidades, Administração Estratégica, Gestão de Projetos 
         PMBOOK, Excel Avançado, Governança Corporativa, Desenvolvimento de Planos de Segurança, Mobilidade Digital.
                   E-mail : rraia@ymail.com
         


sábado, 14 de maio de 2011

NOSSOSANGUE

NOSSOSANGUE
Campanha de Doação dos Profissionais de Segurança
2011

Blindagem Automotiva

Segurança em Lotéricas

Donos de lotéricas investem em segurança para combater assaltos

Chapas de aço, vidros blindados, câmeras escondidas. Donos dos estabelecimentos investem em aparelhos e equipamentos para tentar coibir os assaltantes.

Wilson Kirsche Rolândia, PR
O lugar que parece banco, mas não tem a proteção de uma agência, virou chamariz pros bandidos. Tensão para clientes e funcionários. Das 11 mil lotéricas do país, cerca de três mil já foram assaltadas.
Em Londrina, uma lotérica foi assaltada três vezes em apenas um mês. O dono é presidente da Federação Nacional das Lotéricas, que lançou campanha por mais segurança nas lojas. “A câmera, o alarme, tudo isso são ingredientes de segurança. Agora nós estamos buscando a possibilidade de blindarmos todas as nossas lojas”, fala Aldemar Mascarenhas.
Reforço já instalado nessa lotérica de Goiânia. Todos os vidros da loja foram blindados. “Muito mais segurança para os funcionários e clientes”, comenta uma funcionária. Depois de ser assaltado 15 vezes, o dono de uma lotérica de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, também blindou toda a área de atendimento.
Em outro estabelecimento, o dono mandou pôr chapas de aço do chão ao teto. Os vidros, bem espessos, resistem a tiros de armas de grosso calibre. Dinheiro e documentos passam por um compartimento. O cliente mal consegue falar com a funcionária.
O investimento de R$ 30 mil reais deu resultado. Dois rapazes armados tentaram roubar a lotérica mais saíram de mãos vazias. O dono, que não quer se identificar, conta como foi: “O rapaz chegou, deu voz de assalto, pediu dinheiro pra menina, pediu pra ela abrir a porta. Ela disse que não ia fazer nada. Eles desistiram e saíram correndo”.

Video Lotericas Blindadas - InovaGlass.flv

GNA Consultoria na ETEC de Mauá ( SP )

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Corredores do Crime em SP

Saiba quais são as 40 vias onde mais ocorrem crimes em SP

Marginal Pinheiros tem maior índice de criminalidade neste ano, diz PM.
Polícia Militar diz que há redução dos casos e dá dicas de segurança.

Kleber Tomaz e Paulo Toledo Piza Do G1 SP
A Marginal Pinheiros é a via onde mais ocorrem crimes em São Paulo. É o que revela levantamento feito pela Polícia Militar e obtido com exclusividade pelo G1. O estudo mostra os 40 corredores da capital paulista que mais registraram roubos de diversas naturezas nos três primeiros meses deste ano. (Veja no final desta reportagem o ranking com as 40 vias que mais tiveram crimes)

Para chegar a esse ranking, foram somados todos os casos de latrocínios, assaltos a imóveis residenciais e comerciais, bancos, transportes coletivos, motoristas, pedestres, além de roubos de cargas, veículos e ônibus que aconteceram em toda a extensão das principais ruas e avenidas da cidade.

Veja abaixo o mapa com dez dos 40 corredores que mais tiveram casos registrados neste ano:
Mapa (Foto: Editoria de Arte/G1)
Mapa mostra as dez principais vias de São Paulo com o maior número de casos registrados envolvendo diversos tipos de crimes no primeiro trimestre deste ano (Editoria de Arte/G1)
Na Marginal Pinheiros, que passa pelas zonas Oeste e Sul, foram 314 ocorrências registradas nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2011. A maioria dos casos foi averiguada pela PM e se tornou boletim de ocorrência na Polícia Civil. Pela lei, policiais militares realizam rondas ostensivas na cidade e atendem chamados da população, por exemplo, pelo telefone 190. Policiais civis, por sua vez, são incumbidos de investigar esses crimes levados às delegacias pela Polícia Militar.
Confira abaixo as dez vias mais violentas e os tipos de crimes que mais ocorrem nelas:
Marginal (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

Marginal Pinheiros

Roubos de carga, banco, residência, comércio,veículo, transporte coletivo, motorista e pedestre
Mal Tito (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Avenida Marechal Tito
Latrocínio e roubos de carga, banco, comércio, escola, transporte coletivo, motorista, veículo e pedestre
23 de Maio (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Avenida 23 de Maio
Latrocínio e roubos de carga, condomínio, comércio, transporte coletivo, motorista, residência, veículo e pedestre
Senador Teotonio Vilella (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Av. Senador Teotônio Vilela e
Av. Sadamu Inque

Roubos de carga, comércio, residência, escola, banco, transporte coletivo, motorista, ônibus, veículo e pedestre
Giovanni Gronchi (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)









Avenida Giovanni Gronchi

Roubos de carga, banco, comércio, motorista, ônibus, veículo e pedestre
Avenida Cupecê (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)





Avenida Cupecê

Roubo de carga, comércio, escola, transporte coletivo, motorista, residência, veículo e pedestre
Nove de Julho (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)





Avenida Nove de Julho

Roubos de carga, banco, comércio, transporte coletivo, motorista, residência e veículo, pedestre
Sapopemba (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)





Avenida Sapopemba

Roubos de carga, banco, comércio, transporte coletivo, motorista, ônibus, residência, veículo e pedestre
Armando Arruda (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)





Av. Eng. Armando de Arruda Pereira

Roubos de banco, comércio, transporte coletivo, motorista, ônibus, residência, veículo e pedestre
Tancredo (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)





Av. Pres. Tancredo Neves e
Rua das Juntas Provisórias
Roubos de carga, comércio, transporte coletivo, motorista, ônibus, residência, veículo e pedestre
Vítimas e índices
A PM afirma que os índices de criminalidade nessas vias têm caído no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2010. Mas ainda é possível encontrar vítimas recentes nas vias.

Uma dentista de 32 anos que passava pela região da Avenida Marechal Tito, na Zona Leste, a segunda onde mais ocorrem crimes na capital, com 208 casos até março deste ano, por exemplo, foi vítima de uma tentativa de assalto.

Não parei e não vi polícia. Fui parar perto de casa e vi que o disparo quase atingiu a cadeirinha de bebê. Por sorte, meu filho de 6 meses não estava no carro"
Dentista de 32 anos,
vítima de violência na Av. Marechal Tito
“Fui vítima de assaltantes às 15h30 de uma quinta-feira, no dia 14 de abril. Voltava do trabalho para casa quando vi um aglomerado de gente na calçada e fui fechando o vidro. Conforme fui me aproximando, um deles avançou na minha frente. Estava perto de uma favela, não era meu caminho normal. Um deles avançou na minha frente e fez sinal que estava armado, embaixo da blusa. Quando percebi que era tentativa de assalto, desviei para a esquerda. Aí ouvi o estouro. Pensei que tivesse sido um tijolo que jogaram no meu carro, mas quando olhei para trás, vi o vidro traseiro estourado. Percebi então que tinham atirado", contou.
"Não parei e não vi polícia. Fui parar perto de casa e vi que o disparo quase atingiu a cadeirinha de bebê. Por sorte, meu filho de 6 meses não estava no carro”, disse a mulher, que registrou um boletim de ocorrência, mas não quer ter seu nome divulgado por temer represálias por parte dos criminosos.
Carro Atingido por Tiro (Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal)
Dentista de 32 anos mostra tiro que atingiu seu carro no início de abril (Reprodução / Arquivo Pessoal)
Quem trabalha em lojas e estabelecimentos próximos dos corredores está acostumado a presenciar assaltos e furtos. O frentista Carlos Augusto Lira, de 36 anos, disse que já viu dezenas de crimes no posto onde trabalha, na Avenida Giovanni Gronchi, na Zona Sul. “O posto é o primeiro lugar que as pessoas vão depois que são roubadas”, afirmou.
Os crimes mais comuns vistos por Lira são assaltos aos motoristas nos cruzamentos da avenida. A maior parte acontece após as 21h. “Quando o posto fecha, então, às 22h, os ladrões fazem a festa.”
Carlos Augusto viu diversos crimes na Avenida Giovanni Gronchi (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Carlos Augusto viu diversos crimes na Avenida
Giovanni Gronchi (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Em sua opinião, o alto índice de crimes na via (181 apenas no primeiro trimestre de 2011, o que faz do corredor o quinto mais perigoso) é resultado da demora dos semáforos. “Os sinais são de três fases. Ficam muito tempo fechados. Isso facilita para o bandido”, afirmou o frentista. Apesar de testemunhar diversos crimes, ele disse que nunca foi vítima de assaltantes.
Sete carros roubados
O casal de empresários José de Jesus Silva e Lucivanda Pinheiro Silva, de 52 e 51 anos, já foi vítima de nove crimes na região da Avenida Aricanduva, na Zona Leste, 34º corredor mais perigoso de São Paulo, com 33 crimes registrados pela polícia em 2011. Silva teve sete veículos roubados. “Em todos os assaltos eu fiquei com uma arma apontada para minha cabeça. Foi horrível”, afirmou. Os crimes aconteceram no período da tarde, sempre perto da casa onde moravam – em uma rua próxima da Avenida Aricanduva.
Ele, a mulher e os dois filhos se mudaram para um apartamento no bairro Anália Franco, também na Zona Leste, por medo da violência. “Antigamente era muito bom morar lá. Mas agora não dá mais. A gente esperava o tiro que ia acabar com tudo”, disse a mulher de Silva.
No ano passado, o casal se recuperava do trauma dos assaltos quando dois homens armados invadiram a empresa deles, na própria Avenida Aricanduva. “Os dois mandaram a gente deitar no chão e levaram uns R$ 4 mil, celulares e joias. Depois, trancaram todos nós em um banheiro. Éramos oito em um banheirinho para uma pessoa só”, afirmou Lucivanda.
O casal José e Licivanda mostram um dos boletins de ocorrência que fizeram após crime (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Casal mostra um dos BOs que fizeram após crime
(Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Oito dias depois, outra dupla invadiu a empresa e mais uma vez os funcionários ficaram sob a mira de armas. “Eles disseram que os outros bandidos deram a dica para assaltar nossa empresa.” Os criminosos acabaram não tendo muito lucro. “Eles levaram só R$ 20, porque o que tinha foi levado no outro assalto”, disse a mulher.
O que diz a PM
Os dados de violência por corredores não são disponibilizados no site da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. Por determinação do governo paulista, a divulgação pública dos indicadores de criminalidade é feita somente por distritos policiais do estado e não aponta os locais onde realmente ocorreram os crimes.

Os números das vias onde ocorrem mais crimes, por exemplo, servem como parâmetro da PM para aplicação de políticas públicas de segurança. Por esse motivo, o coronel Marcos Roberto Chaves, comandante do Policiamento da PM na capital, chama a atenção das vítimas a fazerem boletim de ocorrência. “Trabalhamos com números e precisamos dos dados para saber onde os crimes ocorrem e assim agir”, diz o comandante Chaves.

Segundo, o coronel, a Ronda Ostensiva sobre Motos (Rocam) tem reforçado o patrulhamento nas ruas onde ocorrem mais crimes na capital. “A moto atende mais rápido as ocorrências”, afirma Chaves, que pede para as pessoas evitarem ostentar joias, relógios, andar com os vidros os carros abertos e abrir a porta de casa para estranhos. "Se for vítima de um criminoso, é importante que o cidadão nunca reaja".

Dados da PM mostram que das 40 vias apenas três tiveram aumento na criminalidade.
A Avenida Sapopemba, a oitava mais perigosa no ranking geral, teve 147 casos em 2011 contra 138 registros no mesmo período do ano passado.

As avenidas Nordestina e Águia de Haia, respectivamente a 27ª e 29ª com mais crimes, também tiveram acréscimo no registro de casos. A Nordestina, que antes teve 58 crimes, agora passou para 59. A Haia foi de 45 para 49 casos. Os outros 37 corredores tiveram queda nos índices de criminalidade.
Saiba quais são as 40 vias onde mais ocorrem crimes em SP
RankingCorredor1º trimestre de 20101º trimestre de 2011Diferença
Marginal Pinheiros425314-111
Avenida Marechal Tito299208-91
Avenida 23 de Maio286200-86
Av. Senador Teotônio Vilela e Sadamu Inque264200-64
Avenida Giovanni Gronchi271181-90
Avenida Cupecê250160-90
Avenida Nove de Julho163154-9
Avenida Sapopemba138147+9
Av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira218144-74
10ºAv. Pres. Tancredo Neves e Rua das Juntas Provisórias168136-32
11ºAvenida da Liberdade169120-49
12ºRua da Consolação150115 -35
13º Avenida Brigadeiro Faria Lima125106-19
14º Avenida Mateo Bei112100 -2
15ºRua Guaicurus e Rua Clélia11496-18
16ºAv. Prof. Luis Ignácio de Anhaia Mello12194-27
17º Rua Salvador Gianetti10293 -9
18º Av. Adolfo Pinheiro e Av. Santo Amaro15790-67
19ºEstrada de Itapecerica9490-4
20ºAvenida Itaberaba10977-32
21ºAv. Bernardino de Campos e Rua Vergueiro12471-53
22ºAvenida Mutinga9170 -21
23º Avenida Tiradentes6966-3
24ºAv. Corifeu de Azevedo Marques10863-45
25ºRadial Leste9263-29
26ºAvenida Cruzeiro do Sul10259-43
27ºAvenida Nordestina5859+1
28º Av. Dr. Chucri Zaidan e Av. Eng. Luis Carlos Berrini1025844
29ºAv. Águia de Haia4549+4
30ºAvenida Rebouças7046-24
31ºAvenida Paulista5539-16
32º Av. Deputado Cantidio Sampaio4339-4
33ºAv. Eusébio Matoso4038-2
34ºAvenida Aricanduva9633-63
35ºRua Maria Amália Lopes de Azevedo 5830-28
36ºAv. Governador Carvalho Pinto3728-9
37ºAvenida Conceição3624-12
38ºAvenida São Miguel3422-12
39ºAvenida Brasil3321-12
40ºAvenida Rubem Berta217-14

Relatório da Justiça Global

09/05/2011 - 03h00

Estudo inclui corrupção policial entre motivos de ataques do PCC

ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

Cinco anos após a onda de ataques da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) que pararam São Paulo, o maior estudo desde então aponta as três principais causas para as ações.
São elas: a corrupção policial contra membros do grupo, a falta de integração dos aparatos repressivos do Estado e a transferência que uniu 765 chefes do PCC, às vésperas do Dia das Mães de 2006, numa prisão de Presidente Venceslau (620 km de SP).
Os dados constam do estudo "São Paulo Sob Achaque", contundente raio-x elaborado durante quatro anos e oito meses sobre a onda de ataques da facção. O documento será divulgado nesta segunda-feira, com versões em português e inglês.
O estudo de quase 250 páginas foi produzido pela ONG de defesa de direitos humanos Justiça Global e pela Clínica Internacional de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard, uma das mais importantes dos EUA.
Os responsáveis por "São Paulo Sob Achaque" pesquisaram centenas de documentos, muitos deles sigilosos, processos criminais sobre as mortes ocorridas em maio de 2006 e entrevistaram a maior parte das autoridades envolvidas no episódio.
NEGOCIAÇÃO
A extorsão de R$ 300 mil que, segundo a Promotoria, foi praticada em março de 2005 pelos policiais civis Augusto Peña e José Roberto de Araújo contra Rodrigo Olivatto de Morais, enteado de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, tido pela polícia paulista como chefe do PCC, é o principal caso de corrupção policial que influenciou os ataques de maio, segundo o documento.
Os dois policiais chegaram a ser presos. Hoje estão soltos. Eles negam as acusações.
O documento também aponta que, em 14 de maio de 2006, dois dias após os primeiros atentados, o Estado enviou uma comissão a um presídio para negociar com os chefes do PCC o fim dos ataques. O fato sempre foi negado pelo governo.
"O maio de 2006 não foi puramente uma manifestação da violência, precisamos ter a visão do todo e como esse todo contribuiu para a eclosão daquele momento", diz Sandra Carvalho, diretora da Justiça Global. "Passados cinco anos, nossa pesquisa indica que não foram construídos mecanismos eficazes, consistentes de superação e de enfrentamento para essa situação", completa ela.
MORTES
Ao esmiuçar os 493 homicídios ocorridos no Estado de 12 a 20 de maio de 2006, o estudo viu "indícios da participação de policiais em 122 execuções", além de discrepância na elucidação desses casos em relação aos que vitimaram 43 agentes públicos.
Por conta disso, "São Paulo Sob Achaque" propõe a federalização da investigação.

Utilidade Pública


 

Leiam e divulguem...
 
Dia 6, uma amiga dirigia seu carro na Av. Almirante Barroso (sempre anda com
os vidros fechados e com a bolsa escondida embaixo do banco).
  Em um sinal ela foi abordada por um flanelinha, daqueles com um borrifador plástico (tipo Vidrex) e uma flanela nas mãos.
 

Ao invés de já começar a limpar o vidro dianteiro, sem perguntar nada, como normalmente fazem, o rapaz (que aparentava ter uns 12/13 anos) veio tentar conversar.

  Minha amiga acenou dizendo que não tinha dinheiro com ela, e não deu muita atenção...
O jovem começou a ficar nervoso, como se estivesse drogado, tentando fazer com que ela abrisse a janela.

Ficou assustada, mas fingiu que não era com ela.

Esperou o sinal abrir e saiu normalmente com o carro. Pouco depois, percebeu que o rapaz havia borrifado aquela espuma na janela lateral.

Na hora não se preocupou. Ao estacionar o carro, no pátio da firma, percebeu que o vidro estava sujo, desgastado em algumas partes.

O segurança da empresa perguntou se isto havia sido feito por algum menino de rua.

Ele disse que ela teve sorte de estar com os vidros fechados, pois aquilo que o menino de rua havia jogado na janela era ÁCIDO.

O segurança afirmou que sua cunhada, enfermeira do Hospital, já atendeu três casos, todos envolvendo mulheres que dirigiam sozinhas no carro.

Em um dos casos foi necessária uma cirurgia plástica reconstrutiva de parte do rosto.

SEGUNDO CASO
Meu nome é José Carlos Maia Santos. Acabo de receber esta mensagem e quero endossar esta denúncia sobre esta nova modalidade de assalto.

Não são apenas as mulheres o alvo dos assaltantes.

Eu mesmo fui vítima desse tipo de assalto.

No dia 24, por volta das 01h30min, retornava de um aniversário nas proximidades do Shopping Iguatemi.

Em um sinal um garoto, portando um borrifador e uma esponja, abordou meu amigo, Guilherme, que estava a meu lado e pediu cinco reais.

Guilherme respondeu que não possuía os cinco reais, mas que procuraria uma moeda.

Fez um movimento no banco para colocar a mão no bolso e virou o rosto para dentro do carro. Foi sua sorte.

O garoto borrifou o líquido na cabeça de Guilherme e saiu correndo.
Em poucos segundos Guilherme começou a sentir uma queimação no pescoço, Corremos para o Hospital.

Lá fomos informados que se tratava de ácido muriático. Após o atendimento, Guilherme (que terá de se submeter a uma cirurgia corretiva e poderia ter ficado cego) e eu fomos fazer um boletim de ocorrência.

Na delegacia fomos informados que está aumentado este tipo de ocorrência.
Soubemos, ainda que onze menores (meninos e meninas), entre12 e 15 anos, todos usuários de drogas, já foram identificados e encaminhados a instituição de menores infratores.

Soubemos que um desses menores, quando abordado pelos policiais, reagiu, borrifando o ácido nos mesmos. Três dos policiais tiveram queimaduras graves nos braços e peito. 


NÃO ABRA O VIDRO POR NADA ! 

Matéria enviada pelo Representante da GNA no ABCD de São Paulo Adans Leal, GSP  e Instrutor GCM Tel. 8990.5235