terça-feira, 31 de julho de 2012

ESTATUTO DA SEGURANÇA PRIVADA

O Estatuto da Segurança Privada

Foto: Grupo Cefor
A combinação da inépcia policial com o aumento da violência converteu as atividades de segurança e vigilância privadas no Brasil numa das mais rentáveis do setor de serviços, movimentando R$ 32 bilhões por ano. Esse montante não inclui o segmento de segurança eletrônica, que fornece câmeras, alarmes e controles de acesso, tendo movimentado sozinho R$ 3,6 bilhões em 2011.

Tendo os bancos, shopping centers, lojas de departamento, empresas de transporte de valores e eventos esportivos como os principais clientes, a área de segurança privada cresceu tanto, na última década, que hoje há mais vigilantes privados do que agentes policiais em todo o País. Pelas estatísticas oficiais, as 2 mil empresas de vigilância cadastradas no Ministério da Justiça empregam 600 mil profissionais, enquanto a Polícia Federal (PF) e as polícias estaduais têm um contingente de 500 mil agentes. Para funcionar, as empresas precisam de um alvará concedido pela Polícia Federal, que é renovado anualmente. Os vigilantes não podem ter antecedentes criminais, são formados em cursos autorizados pela PF, precisam passar por uma reciclagem a cada dois anos e não detêm o porte das armas, que pertencem às empresas.

Todavia, como existem centenas de empresas de pequeno e de médio portes não cadastradas, que são mantidas de forma irregular por delegados de polícia e por oficiais da Polícia Militar, o número de pessoas armadas atuando informalmente como vigilantes privados, sem treinamento e controle, pode chegar a 2 milhões, segundo as estimativas dos técnicos da Secretaria Nacional de Segurança Pública e da Secretaria de Assuntos Legislativos, vinculadas ao Ministério da Justiça. "É um exército clandestino de pessoas armadas. Em alguns lugares, chega ao extremo de virar milícias", diz o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura Santos.

Como os jogos da Copa do Mundo e da Olimpíada vão exigir enorme aparato de segurança pública e privada, o governo passou a se preocupar com os problemas causados pela explosão do número de empresas clandestinas de vigilância e anunciará, nas próximas semanas, a minuta de uma nova legislação para o setor. A legislação vigente foi editada em 1983 e é considerada defasada pelo Ministério da Justiça. O projeto do Estatuto da Segurança Privada está sob responsabilidade do secretário de Assuntos Legislativos, Marivaldo Pereira, que já ouviu entidades empresariais, autoridades da área de segurança pública e especialistas em direito penal e já encaminhou as linhas gerais de sua proposta para o Ministério da Justiça e para a Casa Civil.

Pelas diretrizes já definidas, o governo pretende fixar parâmetros para as empresas de sistemas eletrônicos de segurança, que atuam como verdadeiras centrais de inteligência, detendo informações confidenciais de seus clientes, e não estão sujeitas a nenhum tipo de fiscalização. Existem 18 mil empresas atuando nesse segmento, segundo estimativas do Ministério da Justiça. Outra medida prevista é a responsabilização criminal de quem oferecer e explorar serviços de vigilância e segurança de forma clandestina - a legislação em vigor pune o vigilante, mas não o empregador.

Além de modernizar o currículo dos cursos para vigilantes privados autorizados pela Polícia Federal, o anteprojeto aumenta o capital mínimo para a constituição de empresas de segurança e vigilância, que hoje é de R$ 100 mil. "Atualmente, qualquer um pode montar uma empresa de segurança. Com a elevação de capital, haveria um fundo para ser usado em caso de necessidade, aumentando as garantias trabalhistas", afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância, José Jacobson. A entidade apoia essa proposta, que favorece as grandes empresas do setor, e defende a criação de um Sistema Nacional de Segurança Privada, com a participação do poder público e de entidades empresariais.

A elaboração do Estatuto da Segurança Privada é uma iniciativa importante do governo. Mas, como envolve interesses conflitantes, seu alcance e sua consistência técnica só poderão ser efetivamente avaliados quando a Secretaria de Assuntos Legislativos divulgar o projeto na íntegra.
FONTE DEFESANET.COM.BR

segunda-feira, 30 de julho de 2012

SEGURANÇA É A PRIORIDADE DAS ESCOLAS NO SEGUNDO SEMESTRE 2012

Artigo sobre Segurança Escolar – Volta às Aulas  Agosto 2012

Operação Volta às Aulas

Quais são os fatores que determinam a escolha de uma instituição de ensino para a educação de nossos filhos? São inúmeros fatores, dentre eles estão,  o projeto pedagógico, a formação e qualificação dos professores, a tradição, a qualidade das instalações físicas e de atividades complementares, a localização, preço das mensalidades  e com certeza a Segurança e Infraestrutura oferecida às pessoas que participam  do processo  educacional.
Devemos saber qual é o critério de contratação de professores e colaboradores, qual o número de alunos por sala, existe laboratório de informática, quadra e biblioteca, a cantina oferece alimentos saudáveis, a escola segue as  leis de acessibilidade, e como é feita a segurança patrimonial, do trabalho, das informações e segurança dos alunos ?
Não existe escola perfeita, mas neste início de semestre , quando visitamos diversos colégios em nossas grandes cidades devemos atentar para a estrutura proporcionada pela escola que garanta a segurança física e pessoal de nossos filhos, devemos inicialmente saber quem é o responsável pela segurança da escola e saber de sua formação e capacitação, existe um projeto de segurança , plano de segurança e análise de riscos? Os componentes da segurança escolar são treinados para as suas funções de segurança amigável ? Como eles comunicam-se entre si, há rádio comunicação , celulares e Nextel ?  Os pais são fundamentais no processo de efetivação de um bom  modelo de segurança educacional, a fiscalização de todos determinará a diminuição de perigos e dos riscos envolvidos.
Ao chegar na Escola você deve verificar como é o sistema de controle de acesso e identificação e se a região onde a escola é localizada é violenta ou não. Muitas vezes os crimes e   delitos são diários e o trânsito trará riscos aos seus filhos, verifique a quantidade de bares e lanchonetes no entorno e a presença de ambulantes. Atualmente na cidade de São Paulo está em vigor a lei número 14.492  da Área Escolar de Segurança   que obriga a Prefeitura a realizar um conjunto de ações preventivas em parceria com a comunidade escolar, para melhorar a segurança das escolas . A Polícia Militar do Estado de São Paulo possui os Programas de Ronda Escolar e PROERD e a GCM tem patrulhamento eficiente para as escolas municipais. A segurança escolar é assunto importante que deve ser tratado com professores, pais,  alunos e especialistas em educação e segurança para que possamos reduzir o número de ocorrências , a violência e o crime em São Paulo e região.
Outro aspecto importante a verificar é o denominado escudo escolar, veja o estado dos portões da escola, se existem alarmes, verifique se há câmeras de vigilância e monitoramento nos locais adequados, e é muito importante verificar se os equipamentos de prevenção e combate a incêndios foram inspecionados pelos Bombeiros e se a prevenção de acidentes é uma cultura da escola, fale com o técnico de segurança da instituição. Muitos acidentes ocorrem na região de quadras, piscinas  e laboratórios de física e química e estes locais devem ter normas específicas de funcionamento.
Verifique como é contratado o Transporte Escolar, se está regularizado e se  a documentação dos condutores e do veículo estão em dia, alguns colégios de São Paulo possuem veículos rastreados por satélite e equipes especializadas neste serviço.
Creio que estes pequenos lembretes podem fazer com que seu início de semestre letivo seja mais tranquilo, pois nossa atenção e dos professores  deve estar voltada à melhor maneira de educar os filhos. A parceria com a escola  é uma aliança para que a educação escolar complemente a educação familiar.

Bom segundo semestre a todos, segurança é  a prioridade .

Autor Ulisses Nascimento – Consultor  de Segurança Educacional


ONDE MORA O PERIGO PROJETO SAIBA +


ÉTICA

Ética é o nome geralmente dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra "ética" é derivada do grego ἠθικός, e significa aquilo que pertence ao ἦθος, ao caráter.
Diferencia-se da moral, pois, enquanto esta se fundamenta na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos, a ética, ao contrário, busca fundamentar o bom modo de viver pelo pensamento humano.
Na filosofia clássica, a ética não se resumia à moral (entendida como "costume", ou "hábito", do latim mos, mores), mas buscava a fundamentação teórica para encontrar o melhor modo de viver e conviver, isto é, a busca do melhor estilo de vida, tanto na vida privada quanto em público. A ética incluia a maioria dos campos de conhecimento que não eram abrangidos na física, metafísica, estética, na lógica, na dialética e nem na retórica. Assim, a ética abrangia os campos que atualmente são denominados antropologia, psicologia, sociologia, economia, pedagogia, às vezes política, e até mesmo educação física e dietética, em suma, campos direta ou indiretamente ligados ao que influi na maneira de viver ou estilo de vida. Um exemplo desta visão clássica da ética pode ser encontrado na obra Ética, de Espinoza.
Porém, com a crescente profissionalização e especialização do conhecimento que se seguiu à revolução industrial, a maioria dos campos que eram objeto de estudo da filosofia, particularmente da ética, foram estabelecidos como disciplinas científicas independentes. Assim, é comum que atualmente a ética seja definida como "a área da filosofia que se ocupa do estudo das normas morais nas sociedades humanas" e busca explicar e justificar os costumes de um determinado agrupamento humano, bem como fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Neste sentido, ética pode ser definida como a ciência que estuda a conduta humana e a moral é a qualidade desta conduta, quando julga-se do ponto de vista do Bem e do Mal.
A ética também não deve ser confundida com a lei, embora com certa frequência a lei tenha como base princípios éticos. Ao contrário do que ocorre com a lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; por outro lado, a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas no escopo da ética.
FONTE WIKIPÉDIA

domingo, 29 de julho de 2012

SEGURANÇA ANTITERROR EM LONDRES 2012

Antes de jogo dos EUA, arena é vistoriada com cães farejadores e 

polícia antiterror


Por Thiago Arantes, de Londres, para o ESPN.com.br
A estreia da seleção norte-americana no torneio olímpico de basquete era, sem dúvida, um dos eventos mais aguardados dos Jogos Olímpicos de Londres. Era, também, um dos mais cercados por precauções quanto à segurança. Uma preocupação tão grande que causou cenas insólitas na Arena do Basquete, no Parque Olímpico da capital inglesa.

O duelo entre Brasil e Austrália havia terminado, com vitória dos comandados de Ruben Magnano por 75 a 71. Enquanto os australianos atendiam a imprensa na zona mista, policiais de um grupo antiterrorismo circulavam pelo local com cães farejadores. O pivô David Andersen quase tropeçou em um dos animais.

Depois dos cães farejadores, foi a vez de um grupo de policiais vasculhar cada detalhe da área de zona mista, ao lado da entrada dos atletas norte-americanos. Nem mesmo os monitores de TV foram esquecidos. Com detectores e metal, os policiais examinavam cada um deles. 

A reportagem do ESPN.com.br tentou tirar uma foto do procedimento. Mas uma voluntária da organização disse que não seria permitido fazer o registro, sob pena de confiscar a cãmera fotográfica. A ameaça tem sido comum para fotógrafos e cinegrafistas em áreas de segurança da cidade inglesa.

No interior do ginásio, um grupo de segurança usava aparelhos de escalada para averiguar cada detalhe. Os placares eletrônicos também foram alvo de inspeção. Depois de toda a busca, nada foi encontrado, e a partida entre Estados Unidos e França começou normalmente.

sábado, 28 de julho de 2012

CASA SEGURA EVITE OS RISCOS

FALLAVENA E FALLAVENA CONSULTORIA TÉCNICA EM BLINDAGENS

BLINDAGEM AUTOMOTIVA - FALLAVENA E FALLAVENA

A 12ª Interseg – Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para Segurança Pública, que terminou dia 24/07/12 , em São Paulo, contou com a presença de diversas empresas automobilísticas, entre elas, duas blindadoras – a Centigon, de Alphaville e a Ott Blindados, de Brasília.


Participando pela primeira vez da Interseg, a Centigon lançou um novo carro blindado para transporte de tropas – o Alacran,.que tem por base o chassi e motor da picape Ford F-550, apresentada no salão de Chicago, em fevereiro deste ano. Com inúmeras aplicações, como resgate, ambulância, salvamentos etc, ela também foi projetada pela Centigon para se tornar num veículo blindado, tipo “caveirão” utilizado no Rio de Janeiro. A importação do chassi dos Estados Unidos é direta e agora tem uma nova aplicação na segurança pública como o transporte de tropas. Toda a carroceria blindada e demais itens internos são produzidos pela própria empresa.


A Centigon já exportou para o México 120 unidades, com excelente aceitação, para o combate ao narcotráfico. A empresa acredita que o Alacran será um veículo importante para dar maior segurança aos próximos eventos esportivos internacionais que acontecerão no Brasil até 2016.

Além do Alacran, a empresa também apresentou seus kits para blindagem de helicópteros com materiais de alta resistência balística e baixo peso agregado. No estande da empresa na Intersig, também foram expostos os vidros blindados, inclusive os de perfil curvo para blindagem de nível IV.




EMERGÊNCIAS - APRENDA A SALVAR VIDAS

sexta-feira, 27 de julho de 2012

INTERSEG 2012

SEGURANÇA ELETRÔNICA

ESTATUTO DA SEGURANÇA

GOVERNO QUER NOVA LEI PARA A 


VIGILÂNCIA PRIVADA

 Maíra Magro

O Ministério da Justiça está prestes a finalizar a proposta de um novo Estatuto da Segurança Privada, para regular a atividade em bancos, shoppings e estádios, no transporte de valores e na escolta armada, incluindo a regulamentação da segurança eletrônica. O número de vigilantes privados no Brasil já é maior que o de policiais. São 600 mil atuando legalmente, enquanto o contingente somado das polícias federal, civil e militar é de 500 mil no país inteiro.

As 2 mil empresas de segurança que atuam hoje no Brasil movimentam cerca de R$ 32 bilhões ao ano, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância (Abrevis). Paralelamente, há o segmento de segurança eletrônica, que fornece serviços como câmeras, alarmes e controles de acesso - que movimentou sozinho R$ 3,6 bilhões no ano passado. A segurança privada tende a crescer ainda mais com a participação em grandes eventos, como a Copa do Mundo, outro ponto que o novo estatuto deve abordar.

Apesar do tamanho do setor, a legislação sobre segurança privada (Lei 7.102) em vigor atualmente, de 1983, é considerada ultrapassada. "Existe um número muito grande de pessoas trabalhando com segurança privada, mas o perfil da área mudou muito", diz o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira.

O Ministério da Justiça entrou na fase final de discussões com os setores envolvidos e pretende encaminhar ao governo, em breve, uma minuta de projeto de lei sobre a segurança privada. O texto passará por debates internos e, depois, a Presidência da República encaminhará uma proposta final ao Congresso. Segundo Pereira, as carreiras relacionadas à área e requisitos mínimos de segurança ainda precisam ser definidos.

Uma das inovações esperadas é a regulação das empresas de sistemas eletrônicos de segurança - mais especificamente, o segmento responsável pelo monitoramento desses sistemas, como o acompanhamento de sinais de alarmes e imagens a distância, que hoje não está sujeito a nenhum tipo de fiscalização. "São centrais de inteligência que detêm informações confidenciais do cliente", explica a presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), Selma Migliori.

O segmento, que reúne cerca de 18 mil empresas, também passaria a ser controlado pela Polícia Federal, como já ocorre com o setor de segurança privada em geral. Se não estiverem acompanhados do monitoramento de informações, a venda e instalação de equipamentos eletrônicos de segurança ficariam de fora.

Outra novidade prevista no estatuto é a criminalização da exploração de serviços de vigilância clandestina - o responsável seria o dono da empresa que atuar ilegalmente, e não o vigilante. O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura Santos, dá a dimensão do problema: ele estima que mais de 2 milhões de vigilantes atuem no país de forma irregular, sem controle da PF.

"É um exército clandestino de pessoas armadas", diz Santos, apontando que em muitos casos esse tipo de serviço é feito por policiais. "Em alguns lugares, chega ao extremo de virar milícias."

O novo estatuto incluirá também requisitos mínimos de segurança para as instituições financeiras, como o número de trabalhadores exigido em cada agência bancária. Associações representativas de trabalhadores defendem a obrigatoriedade de equipamentos como portas de segurança com detector de metais.

O critério de formação dos vigilantes nos cursos autorizados pela PF também passará por alterações, com previsão de aumento na carga horária. Os vigilantes formados e cadastrados na PF já são mais de 2 milhões, embora o número de profissionais em atividade regular seja de 600 mil.

Também está em debate o aumento do capital mínimo para a constituição de empresas de segurança, atualmente em cerca de R$ 100 mil. "Hoje, qualquer um pode montar uma empresa de segurança. Com o aumento de capital, haveria um fundo para ser usado em caso de necessidade, aumentando as garantias trabalhistas", sugere José Jacobson Neto, presidente da Abrevis.

A entidade reúne 200 associadas e contratou para atuar como diretor-executivo o ex-diretor geral da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Paulo Lacerda. A Abrevis defende a criação de um Sistema Nacional de Segurança Privada, com a participação do poder público e de entidades patronais, laborais e tomadores de serviços de segurança privada, além de um Conselho Consultivo para formular políticas na área.

A atuação das empresas de segurança privada no Brasil é controlada pela Polícia Federal. Elas precisam de alvará específico para funcionar, renovado anualmente. Os vigilantes são formados em cursos autorizados pela PF e passam por uma reciclagem a cada dois anos. Entre as exigências está a ausência de antecedentes criminais.

A segurança privada em geral se limita à atuação "intramuros", ou seja, da calçada para dentro de um imóvel. A função de vigiar as ruas é exclusiva da polícia. Os vigilantes podem atuar nas vias públicas em casos específicos, como na escolta de cargas e no transporte de valores.

Eles também fazem cursos específicos para usar armas. Mas em lugares com grande número de pessoas, como em grandes eventos, se recomenda que estejam desarmados. Os vigilantes não detêm o porte das armas, que é da empresa de segurança. Depois do expediente, os equipamentos têm que ser guardados nas empresas, dentro de cofres.


Fonte: http://www.defesanet.com.br/seguranca/noticia/6876/Governo-quer-nova-lei-para-vigilancia-privada

SEGURANÇA NO RIO DE JANEIRO

Aviões não tripulados ajudarão na segurança do Rio

Agência Estado

Quatro Veículos Aéreos Não-Tripulados (Vants) - pequenos aviões com câmeras e sem piloto, guiados remotamente - serão incorporados à PM e à Defesa Civil do Rio em novembro, mas poderão ter sua ação limitada por restrições da Aeronáutica. Montados no Brasil a partir de aeromodelos comprados em lojas especializadas e recheados pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) com tecnologia moderna, três deles se destinam ao Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM e um à Defesa Civil.
Desde 2011, porém, a Resolução AIC-N 21/10 do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) veda, entre outros pontos, que sobrevoem áreas habitadas, o que reduzirá seu uso. "Construímos demonstradores de tecnologia", resume o gerente do projeto, o major do Exército e professor do IME Jacy Montenegro Magalhães Neto. Cauteloso, ele afirma que Vants "não vão resolver problemas de segurança pública do Rio", mas destaca as vantagens da tecnologia.
Os Vants do Rio começaram a nascer há dois anos, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), órgão de fomento à ciência. Por edital, o IME obteve R$ 180 mil para o projeto. Montenegro já pesquisava o assunto desde 1999 e viu ali uma chance. "Chamamos os alunos e surgiram soluções lindas, tudo comprado no Brasil ou feito na bancada." Várias turmas participaram do projeto, agora em fase final de testes, antes da entrega gratuita dos aparelhos.
Aviõezinhos do Bope estão pintados de preto e ganharam escudo da caveira atravessada por punhal, sobre garruchas cruzadas. São aeromodelos de fibra de vidro com 3m de envergadura (de uma ponta à outra da asa) e 2,60m de comprimento, movidos a bateria. "A eletrônica é nossa", diz Montenegro. Cada aparelho tem duas câmeras: uma para o piloto - que usa óculos especiais que projetam o que veria na "cabine" - e outra para filmar o solo, com zoom de dez vezes, alta definição e imagens coloridas, que são gravadas. Cada voo é acompanhado por uma segunda pessoa.
"Nossos Vants estão preparados para voar até uma hora e podem ir a 100 km/h", diz o major, lembrando que "macetes" podem prolongar o voo. É possível, por exemplo, desligar o motor em parte da viagem e fazer o aparelho planar, economizando energia. Também foi preparado, com dinheiro da Faperj, um quinto aparelho, que ficará para pesquisas no IME.
Restrições
Em cumprimento à regulamentação do Decea, os Vants têm sido testados até agora em espaços aéreos segregados (sem outras aeronaves) - a Restinga da Marambaia, o Campo de Gericinó e o Centro Tecnológico do Exército, em Guaratiba, todos na zona oeste do Rio. Eles chegaram a entrar em ação no início de 2011, quando uma tromba d?água devastou a região serrana, mas sob supervisão direta da Aeronáutica.
Além de proibir voos de Vants sobre "cidades, povoados, lugares habitados ou grupo de pessoas ao ar livre" e impor a segregação de espaço aéreo, o Decea faz outras exigências. Entre elas, que a operação dos aparelhos não aumente o risco para "pessoas e propriedades (no ar e no solo)", que garanta o mesmo padrão de segurança de aeronaves tripuladas e, quando for usado aeródromo compartilhado (com aviões regulares), as operações das demais aeronaves parem durante decolagem e pouso dos Vants. Tudo isso inviabilizará o uso dos aparelhos no apoio a operações policiais em comunidades dominadas por traficantes, por exemplo. 
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

AUMENTO DE CASOS DE HOMICÍDIOS EM DIADEMA

Reali volta a cobrar investimento em Segurança

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC


Com a divulgação do aumento de casos de homicídios dolosos em Diadema, segundo dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública, o prefeito Mário Reali, candidato à reeleição pelo PT, tornou a cobrar investimentos do governo do Estado em Segurança para a cidade. Assim como aconteceu na quarta-feira, na região comercial do Jardim das Nações, o petista ouviu reclamações de proprietários de lojas no Jardim Marilene.

O prefeito reivindicou a chegada de nova companhia da Polícia Militar para o município e o acréscimo de efetivo, além do aumento do adicional de localidade, um bônus salarial a policiais. De acordo com Reali, a defasagem do abono entre profissionais de Diadema e de São Paulo chega a R$ 400. "Isso desestimula o PM a vir trabalhar aqui", argumentou petista, que garante que levou as cobranças diretamente a Antonio Ferreira Pinto, secretário estadual de Segurança.
Dados da Secretaria de Segurança Pública, divulgados na noite de quarta-feira, mostram crescimento de 35,70% no número de homicídios dolosos (em que há intenção de matar) em seis meses. Em janeiro, a cidade registrou 14 casos. Em junho, 19.
"Temos preocupação constante com os números. Toda vez que vem um boletim e que mostra crescimento (da criminalidade), faz com que a gente pense em outras ações a serem tomadas", comentou Mário Reali.
No dia 7, o prefeito organiza reunião do GGI-M (Gabinete de Gestão Integrada Municipal), que discute políticas públicas de Segurança. Participam representantes da Secretaria municipal de Defesa Social, integrantes da Polícia Civil, Polícia Militar e do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania). Ministério Público e Judiciário também estão convidados.

ONDE MORA O PERIGO PROJETO SAIBA +


SUBORNO

O suborno é a prática de prometer, oferecer ou pagar a uma autoridade, governante, funcionário público ou profissional da iniciativa privada qualquer quantidade de dinheiro ou quaisquer outros favores (desde uma garrafa de bebidas, jóias, propriedades ou até hotel e avião em viagem de férias) para que a pessoa em questão deixe de se portar eticamente com seus deveres profissionais. É um crime na maior parte dos quadros jurídico-legais de todo o mundo.
A corrupção originalmente era apenas uma interferência com juízes para a compra de sentenças, mas sua aplicação tem se estendido para todos os funcionários públicos, governantes e agentes da iniciativa privada.
A palavra corrupção, muitas vezes é usada para significar suborno. No entanto suborno é apenas uma das formas do crime de corrupção. Corrupção atualmente tem um sentido mais amplo. No Brasil, a palavra propina é um sinônimo para suborno, especialmente quando as quantias envolvidas não são elevadas.

FONTE WIKIPÉDIA

quinta-feira, 26 de julho de 2012

GERENCIAMENTO DE CARREIRAS - ÉPOCA NEGÓCIOS

VOCÊ É MUITO QUALIFICADO PARA A VAGA, ESCOLHEMOS OUTRO CANDIDATO

JÁ OUVIU ISSO? SAIBA POR QUE AS EMPRESAS DÃO ESSE FEEDBACK E O QUE FAZER EM CASOS COMO ESSE


Feedback (Foto: Shutterstock)
Você passou por todas as fases do processo seletivo, fez uma série de entrevistas pessoalmente e no final recebeu o frustrante feedback: “Gostamos muito de você, mas você é muito qualificado para a vaga, optamos por outro candidato”.
Se você é assim tão qualificado, por quais motivos uma empresa não te contrataria? “No médio ou longo prazo, a chance de essa pessoa passar a ser um problema na equipe é grande, porque ela estará sendo subutilizada. Por isso, as empresas preferem contratar um funcionário para desenvolver, alguém que possa ficar mais tempo na posição”, afirma Letícia Bressiani, consultora da Fesa.
Os profissionais não concordam com esse posicionamento das empresas. “Se eu aceitei ir à entrevista é porque eu quero a vaga, não pretendo sair rapidamente. Era só olhar o meu histórico profissional, onde consta a permanência em empresas por mais de três anos. Achei um desrespeito por parte das empresas dizer que eu era muito qualificada para a vaga depois de passar por todas as etapas do processo seletivo”, afirma a paulistana de 32 anos, que prefere não ser identificada e está há quatro meses procurando uma vaga para gerente de marketing. Ela possui um MBA em Marketing com extensão na Europa, pós-graduação em Gestão de Pessoas, curso de inglês no exterior e mais de 15 anos de experiência na área.
“Cheguei a ouvir que eu era muito boa e que tinham me adorado, mas estavam preocupados com a questão salarial. Eles criaram uma grande expectativa em mim com respostas tendenciosas, me fazendo acreditar que iriam entrevistar outras pessoas apenas para cumprir o protocolo, mas que a vaga seria minha. Depois não me retornaram. Eu ainda tive de entrar em contato para saber se tinha sido aprovada", conta.
Além da falta de retorno por parte das empresas e consultorias, esses profissionais têm de lidar com a ansiedade de esperar pela recolocação. O tempo de espera médio para um gerente sênior ou diretor se recolocar dura entre quatro e oito meses, segundo Rodrigo Araújo, sócio-sênior da Korn/Ferry. “Quanto mais alto você está na estrutura organizacional, maior é o número de profissionais da organização envolvido no processo de análise”, afirma.
O longo tempo de espera também faz com que esses profissionais muitas vezes aceitem salários mais baixos do que ganhavam anteriormente, o que pode ser negativo na visão das corporações. Para Magui Castro, sócia da consultoria CTPartners, a questão salarial é um ponto importante na hora de escolher um candidato. “Se um diretor ganhava R$ 45 mil e a vaga paga R$ 40 mil nós não incluímos no processo. Ele já está num patamar acima”, diz. Segundo ela, a quantidade de liderados também influencia. “Se um diretor de marketing antes era responsável por sete gerentes e a nova posição tem apenas três funcionários na equipe, o profissional pode achar que a posição dele diminuiu”, afirma.
O mercado aquecido e saturado faz com que as empresas reduzam as ofertas de salário. “Acho que as empresas acabam se aproveitando do boom de profissionais jovens, sem tanta experiência. Eles estão dispostos a ganhar muito menos, o que poderia justificar a oferta de salários mais baixos", opina a gerente de marketing que busca uma colocação. 
Rodrigo Araújo, da Korn/Ferry, coloca outra questão dentro desse embate salarial: a “proposição de valor”. As empresas que conhecem o termo e adotam o conceito têm, segundo ele, um grau de consciência elevado daquilo que podem oferecer. “Não estou me referindo a apenas um cargo ou função e sim a uma perspectiva de carreira para esse indivíduo. Tudo isso está ligado às expectativas do profissional”, afirma. E se a empresa não pode atender a essas expectativas, ela também não contrata.
A insegurança do futuro chefe também atrapalha na contratação de um candidato superqualificado. “Se o profissional é muito qualificado, ele também é um risco para o seu futuro gestor. Esse gestor se sente ameaçado pelo fato de que pode perder a sua cadeira e não contrata”, diz Magui Castro.
Para o profissional também não é bom começar um novo emprego com um chefe inseguro. “É melhor não ir. Ele vai te sugar e não vai te inspirar. Você não vai aprender nada, não terá um desafio”, afirma Magui.
Mesmo com tantos empecilhos, a sonhada contratação não é uma missão impossível. E para te ajudar, listamos algumas dicas dos especialistas para evitar passar pelo “fantasma da qualificação” (de novo, se for o caso).
Dicas dos especialistas
1) Faça consultoria, não espere o telefone tocar. Se você é um profissional com grande experiência, talvez consiga um trabalho temporário como consultor de empresas 
2) Mande currículo para as mesmas agências e consultorias a cada três meses com um resumo do seu trabalho. Aproveite para fazer alguns cursos e mostre para o recrutador que você está se reciclando  
3) Faça novos cursos relacionados à sua carreira (há muitos gratuitos). As novas qualificações também te ajudarão a aumentar o networking 
4) Tenha atitude positiva perante os acontecimentos. Nenhum recrutador gosta de um profissional que só sabe reclamar
5) Se você é um gerente mais sênior e nunca ocupou a cadeira de diretor, pode se candidatar, desde que esteja preparado para assumir a posição. A questão de nomenclatura varia muito de empresa, um cargo de gerente em uma companhia pode ser equivalente a de um diretor em outra. Essa questão também depende do porte da companhia e das responsabilidades e funções desenvolvidas pelo profissional
6) Atualize o LinkedIn. Muitas empresas já utilizam a ferramenta para recrutar
7) Ao receber um feedback negativo não insista. Só pergunte o porquê da não contratação se houver um grau de empatia com o entrevistador

8) Se você tem experiência não esconda, capitalize. Encontre oportunidades para colocar essa experiência à prova no momento da entrevista
9) Sempre mantenha contato com antigos colegas de trabalho. Eles podem ser grandes alavancadores de oportunidades 
10) Se associe ou frequente grupos informais, associações e câmaras de comércio mantendo-se sempre no radar 
11) Não minta na entrevista. Um bom recrutador saberá reconhecer se você está querendo ser alguém que não é 
12) Não desista no meio do processo seletivo 
13) Aceite vagas abaixo do seu perfil apenas se elas te oferecerem um grande desafio. O mercado não vê isso com bons olhos e a escolha pode demonstrar que você não é assim tão qualificado ou que tem uma autoestima baixa. As pessoas “compram” pessoas de sucesso, as empresas não querem contratar alguém que não “deu certo” 
14) Não vá a entrevistas de mau humor, é melhor remarcar. Você só tem uma chance de causar uma boa impressão 
15) Se o seu cargo exige terno e gravata, vista-se conforme a posição exige. Não adianta apenas as qualidades técnicas, a vaga exige todo um conjunto 

ONDE MORA O PERIGO ?

'Corporação não vai se acovardar', afirma o comandante da PM de SP

Agência Estado

O coronel Roberval Ferreira França, comandante da Polícia Militar de São Paulo, que não tem se pronunciado publicamente sobre os últimos episódios envolvendo a corporação, divulgou nesta quinta-feira em sua página do Facebook uma carta sobre o trabalho da tropa. No texto, o oficial cita que a PM "é uma das mais bem preparadas e ativas polícias do país". Diz, ainda, que neste ano a corporação teve mais de 50 policiais assassinados "covardemente" e outros 5 mil estão inválidos. O coronel termina o comunicado dizendo que a corporação não vai se acovardar.

Nos últimos dias a PM tem participado de uma série de ocorrências que levantaram polêmicas: na noite do dia 18, o publicitário Ricardo Pridente de Aquino, de 38 anos, foi morto com tiros na cabeça por dois soldados e um cabo. A equipe afirmou que houve uma perseguição pelas ruas de Pinheiros, na zona oeste, e que o publicitário não teria obedecido a ordem de parada, já que trafegava em alta velocidade. Os soldados Luis Gustavo Teixeira, de 27 anos, e Adriano Costa da Silva, 26, e o cabo Robson Tadeu do Nascimento Paulino, 30, estão detidos no Presídio Romão Gomes.

Na mesma noite, Bruno Vicente de Gouveia, de 19 anos, foi baleado e morto por PMs em Santos, na Baixada Santista. Ele e mais cinco amigos passavam de carro pelo morro da Nova Cintra, onde era feita uma abordagem policial, quando o motorista decidiu acelerar e fugir porque não tinha carteira de habilitação. A atitude deu início a uma perseguição que só acabou com bloqueio policial no morro São Bento. Os PMs deram mais de 25 tiros no carro em que os jovens estavam.

Na quarta-feira, 25, o Ministério Público Federal (MPF) afirmou que pretende entrar com uma ação civil pública pedindo o afastamento do comando da Polícia Militar alegando a perda do controle da situação.

ONDE MORA O PERIGO PROJETO SAIBA +

Impunidade
Impunidade é um conceito que pode ter um sentido objetivo (técnico) ou um sentido subjetivo (ligado a impressões individuais).
Do ponto de vista técnico, a impunidade consiste no não-cumprimento de uma pena por alguém formalmente condenado em virtude de um delito. Impunidade, nesse sentido, pressupõe, pelo menos, três premissas:
§  a certeza do delito: se uma pessoa "parece" culpada e está em liberdade, não se pode dizer que, tecnicamente, ela esteja impune;
§  o julgamento competente: somente uma Corte habilitada, obedecendo aos procedimentos previstos nos códigos de processo, pode determinar a punição;
§  o desfecho do julgamento: se a impunidade decorre da não-aplicação de uma pena, ela só vai existir quando o processo estiver concluído.
Do ponto de vista subjetivo, a impunidade consiste na sensação compartilhada entre os membros de uma sociedade no sentido de que a punição de infratores é rara e/ou insuficiente. Disso deriva uma cultura marcada pela ausência de punição ou pela displicência na aplicação de penas. Nessa “definição”, podem ser incluídos casos que não se enquadram no aspecto técnico acima descrito:
§  Lentidão excessiva no julgamento, que oferece ao suspeito mais liberdade do que "mereceria";
§  Penas mais brandas do que as esperadas pela sociedade ou parte dela.


FONTE WIKIPÉDIA

quarta-feira, 25 de julho de 2012

SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS POR THIAGO SILVA



Muitos condomínios são procurados pelas pessoas com a esperança de que fiquem mais seguras, assim resguardando aquilo que conquistaram durante muitos anos, ou simplesmente procurando por uma sensação de segurança que lhe é vendida, sempre preocupadas com possíveis invasões, arrastões, roubos entre outros diversos tipos de crimes, que hoje aterrorizam a sociedade, na saída ou chegada em suas residências diariamente. Existem casos que as pessoas se ocupam de forma tão intensa, que nem sequer lembram que precisam tomar algumas atitudes para dificultar a ação em possível situação de agressão. Este momento pode ser o mais terrível de sua vida e deixar seqüelas incalculáveis.
Morar simplesmente em um condomínio não traz efetivamente segurança, por mais que se tenha câmeras, interfone, porteiro, portão automático e outros meios, estes serão inúteis para ações de bandidos experientes, que sabem aquilo que estão fazendo e com qual objetivo. Utilizam os mais diversos tipos de argumentos, para entrar em condomínios, seja residencial, empresarial, horizontal ou vertical, pois o objetivo geralmente é subtrair bens. Para não haver falhas no momento da ação criminosa, fazem um acompanhamento da rotina da possível vítima, aumentando a chance de sucesso no ato delituoso. Em determinado estágio do terror, possivelmente os agressores irão dizer que já conhecem os passos das pessoas que pertencem ao meio social do agredido, desta forma deixando mais vulnerável a pessoa que já está abalada.
Diante dos facilitadores, ou seja, sistemas inadequados de segurança, pessoas despreparadas para a atividade (portaria e segurança) e a falta de colaboração dos moradores, hoje as quadrilhas estão se especializando neste tipo de invasão, até mesmo os outros moradores não chegam a suspeitar de algo fora do normal. Ainda existe entre os moradores certa resistência quando se fala em plano de segurança para condomínios, pois o investimento nesta área costuma estar fora do esperado, e se imagina que colocando uma ou duas câmeras já está resolvido o problema, mas normalmente o assunto é mais complexo e exige a avaliação de um profissional qualificado. Em momentos de banalização da segurança, as empresas e órgãos podem contar com o Gestor de Segurança, que tem uma visão ampla sobre o assunto, além de nível superior na área, afinal, a vida e o patrimônio de todos os condôminos dependem da estrutura que será realizada para cada situação em relação ao cenário de cada local, e a política de segurança de cada ambiente.
Na Grécia antiga, há centenas de anos atrás, a sociedade vivia cercada por muralhas com lanças e diversas formas de planejamentos estratégicos para os casos de possíveis invasões. Em pleno século vinte e um, tempo de alto desenvolvimento globalizado e avanço tecnológico, estamos retrocedendo em nosso comportamento humano, devido à violência que sofremos nos momentos em que deveríamos estar aproveitando todo resultado histórico, para amadurecer e nos desenvolver, sempre almejando um dia melhor para viver em paz, mas nossa realidade nos leva de volta, em atitudes que ninguém imaginava que fosse regredir no tempo para proteger seus bens. Até que ponto as pessoas continuarão agindo como na idade antiga e se trancando cada vez mais, sem ter a segurança dentro de suas próprias moradias?! Será que chegará o dia em que a população terá tranqüilidade para sair e retornar para suas residências?!!.
por Thiago Silva, Coordenador Executivo ABGS.

NETWORK DE SEGURANÇA - EM ARACAJÚ / SERGIPE





ESPAÇO PSI BAHIA - CURSO ADOÇÃO

ONDA DE VIOLÊNCIA PREOCUPA AUTORIDADES EM SÃO PAULO

Onda de violência preocupa o governo de São Paulo
Forum Brasileiro de Segurança Publica - São Paulo(SP) - 25/07/2012

Cidade vive série de arrastões e roubos seguidos de morte. Homicídios em SP deram salto de 35% em junho em relação ao mesmo período de 2011.

O aumento do número de homicídios e de roubos levou o secretário de segurança de São Paulo a se referir a uma escalada da violência no estado. Ele comentava o assassinato de um italiano na capital paulista, no fim de semana. E, horas depois dessa declaração, mais um ataque de criminosos apavorou os moradores de um prédio.

Uma mulher diz ao porteiro do prédio, no centro da cidade, que vai visitar uma amiga. Ele abre o portão, outros três ladrões entram e ignoram as câmeras de segurança. Apartamentos em quatro dos 11 andares são invadidos. Quem abre a porta vira refém. “Não trancaram, só apagaram a luz e falaram que se acendêssemos a luz, se saísse, ele iria atirar na gente”, conta uma vítima.

Os ladrões agiram com violência para roubar dinheiro e objetos pessoais. Logo depois, dois suspeitos foram presos e entregaram outros dois comparsas, detidos durante o dia. Foi o 18º arrastão a prédios este ano em São Paulo. As estatísticas da polícia também mostram que os bandidos estão mais violentos. Eles fazem vitimas no meio do transito para roubar carros, por exemplo. Só em um bairro da Zona Sul de São Paulo, esse tipo de crime aumentou mais de 100% em maio em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na noite de sábado (21), em uma esquina movimentada da Zona Oeste da cidade, dois homens em uma moto cercaram o carro onde estava o italiano Tomazzo Lotto, de 27 anos. Ele abriu a porta, foi baleado e morreu. No mês passado, nove pessoas foram vítimas de roubo seguido de morte, o latrocínio.

Nesta segunda-feira (23), o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, comentou a morte do italiano. “É um a mais que ocorre na capital. A gente lamenta, o DHPP e o DEIC estão fazendo todas as investigações no sentido de elucidar esse crime. Ocorre em Itaquera, ocorre no Jardim Ângela, lamentavelmente é a escalada da violência”, disse ele

Até maio, o crime de homicídio em São Paulo se manteve dentro dos padrões mundiais, segundo a ONU, menos de dez casos mensais por 100 mil habitantes. Mas em junho deu um salto de 35% em relação ao mesmo período do ano passado.

“A polícia civil tem o papel dela de investigar, nós temos que melhorar e muito ainda. A PM desempenha o papel dela no patrulhamento. Mas a lei de execuções penais, ou seja, a lei que determina como tem que ser executado a pena do criminoso, tem dado margem para que o crime aumente cada vez mais”, explica Marcos Carneiro Lima, delegado-geral da polícia civil de São Paulo.

O número de presos aumentou: no ano passado foram 66 mil pessoas até junho. Este ano, as cadeias já receberam mais 73 mil. O estado diz que está contratando mais policiais.

“Não tenho a menor dúvida de que os indicadores vão cair. Tem que perseverar esse trabalho. Nós vamos investir fortemente no policiamento, treinamento, tecnologia, eficiência policial e vai passar”, diz o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.


Fonte: G1 - Jornal Nacional
 

ONDE MORA O PERIGO PROJETO SAIBA +

Corrupção significa etimologicamente deterioração, quebra de um estado funcional e organizado.


FONTE WIKIPÉDIA

terça-feira, 24 de julho de 2012

MERCADO DA SEGURANÇA CRESCE NAS GRANDES CIDADES

ARRASTÃO EM PRÉDIO DA REGIÃO CENTRAL DE SP

Quadrilha faz arrastão em prédio na região central de SP

Agência Estado

23/07/2012

Quatro bandidos invadiram na noite de segunda-feira um prédio residencial localizado no bairro da Consolação, região central de São Paulo. Pelo menos dois foram presos pela Polícia Militar, minutos após o arrastão, quando fugiam a pé. A ação da quadrilha ocorreu em um prédio da Rua Bela Cintra..

Eram pelo menos três homens e uma mulher, que, ocupando um Ford Fiesta roubado, entraram no Condomínio Marfim por volta das 21 horas e iniciaram a abordagem a moradores que chegavam ou saíam do edifício, de 11 andares. Cerca de 20 pessoas foram mantidas trancadas em um apartamento no 1º andar enquanto os criminosos saqueavam as unidades.


Alguém conseguiu ligar para a polícia. O Centro de Operações da PM enviou várias viaturas para a região, permitindo que o prédio fosse cercado e tivesse todos os apartamentos revistados. Dentro do edifício nenhum suspeito foi encontrado, porém o veículo utilizado pelo grupo foi apreendido pelos policiais no interior do condomínio.


Dois homens, portando uma escopeta calibre 12 e uma pistola, foram detidos por policiais militares das Rondas Ostensivas com Auxílio de Motocicleta (Rocam) numa das ruas próximas e detidos pelos PMs. Em uma mochila, a dupla levava vários objetos que teriam sido roubados dos moradores. Não há informações sobre eventuais moradores feridos pelos criminosos

Fonte: Diario do Grande ABC > Agencia Estado