quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

OPORTUNIDADE DE EMPREGO - FLEX WORK ( URGENTE )


SEGURANÇA ESCOLAR - CONSIDERAÇÕES


SEGURANÇA ESCOLAR – O MASSACRE EM SANDY HOOK – CONSIDERAÇÕES

APESAR DE TERMOS POUCAS INFORMAÇÕES DO QUE REALMENTE OCORREU EM SANDY HOOK A SEMANA PASSADA, TODOS TEMOS A  NOÇÃO DE QUE O SISTEMA DE SEGURANÇA FALHOU. OS DIRIGENTES E PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS POR SEGURANÇA ESCOLAR NO BRASIL SABEM DOS RISCOS E SUAS CONSEQUÊNCIAS, SÓ QUE HÁ O DESCASO , A IMPRUDÊNCIA E A NEGLIGÊNCIA NO TRATAMENTO DO TEMA CRIME E VIOLÊNCIA NA ESCOLA.
APÓS COLUMBINE E REALENGO MUITAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO PARTICULARES REVISARAM E APERFEIÇOARAM SEUS SISTEMAS DE PROTEÇÃO E REVISARAM SEUS PLANOS DE SEGURANÇA, OUTRAS INCLUSIVE, CRIARAM CORPOS DE SEGURANÇA ORGÂNICOS HABILITADOS PELA POLÍCIA FEDERAL. A ATENÇÃO COM O CONTROLE DE ACESSO E IDENTIFICAÇÃO FOI REDOBRADA E OS TREINAMENTOS SOBRE ARTEFATOS EXPLOSIVOS INTENSIFICADOS.
COMO DIZEM OS ESPECIALISTAS INTERNACIONAIS – SEGURANÇA EM ESCOLAS DEVE SER TOP OF MIND E AGORA TEMOS QUE FICAR PREPARADOS CONTRA O EFEITO COPYCAT PARA INÍCIO DO PERÍODO LETIVO DE 2013. SEGURANÇA É MAIS QUE TREINAMENTO E PREPARAÇÃO, É UM COMPROMISSO DE TODOS...

AUTOR PROF. ULISSES NASCIMENTO,CES

PORTAL WWW.ESCOLAPROTEGIDA.COM.BR 

TEL. 0XX11 9 8834 9838

SÃO PAULO - CAPITAL

BRASIL

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

SEGURANÇA DE CONDOMÍNIOS NAS FÉRIAS


Segurança nas Férias dos Condomínios

O responsável pela segurança, que em geral é o síndico, deve planejar e adotar alguns procedimentos para o período de férias, dentre outros.
Sempre que chegam as férias, chega também um desafio para a gestão de segurança patrimonial dos condomínios residenciais, sejam eles horizontais ou verticais, de veraneio ou dormitório.

Por isso é necessário redobrar os cuidados com a segurança. Claro que todo esse planejamento deve ocorrer com antecedência e com base na análise de riscos.

É de se esperar que na maioria dos condomínios já exista o manual de segurança, validado com os planos de contingência para as situações de emergência, crise e restauração da normalidade, com respectivos procedimentos; principalmente os que tratam do controle de acesso das pessoas (moradores, visitantes e prestadores de serviços), veículos e mudanças. Os veranistas e locatários temporários exigirão especial atenção e orientação para as regras de segurança.

O responsável pela segurança, que em geral é o síndico, deve planejar e adotar alguns procedimentos para o período de férias, dentre outros:

a) Contratar uma empresa para realizar a manutenção preventiva e inspeção do sistema de segurança, verificando o funcionamento do CFTV - circuito de TV interna das câmeras de segurança eletrônica e os alarmes.

b) Em edifícios com grandes áreas externas, os funcionários devem ser orientados a fazer vistorias periódicas, especialmente no período noturno.

c) Caso os condomínios tenham contratos com empresas de Vigilância Patrimonial, é fundamental solicitar a intensificação das rondas na portaria e entorno do condomínio.

d) Uma prática tão comum quanto inadequada é o morador deixar a chave do apartamento na portaria para que alguém regue as plantas ou tratar de animais de estimação; nesse caso os moradores devem entregar as chaves a um vizinho, parente ou amigo, deixando uma autorização por escrito, para que a pessoa possa entrar no prédio.

e) Os funcionários e moradores devem estar sempre atentos ao que acontece nas imediações do condomínio.

f) Carros parados por um longo período, pessoas estranhas observando o movimento ou qualquer outro fato estranho devem ser comunicados imediatamente pelo vigilante, porteiro, ou zelador, à empresa responsável pela segurança ou a polícia quando for o caso.

g) Antes de abrir o portão da garagem, o porteiro deve procurar identificar quem está dentro do veículo.

Em relação às crianças e idosos que não viajarem, também se faz necessário especial atenção dos condomínios durante esse período.

A preocupação maior deve ser em relação ao elevador, garagem, escadaria, piscina, playground e áreas de acesso restrito como caixas d'água e casa das máquinas.

1) Nas áreas comuns não é recomendável que crianças menores de 10 anos andem sozinhas, bem como no elevador.

2) O condomínio também deve proibir que as crianças brinquem nas escadas e na garagem.

3) Manter as escadas, as garagens e os acessos com boa iluminação e não deixar entulhos ou outros materiais nesses espaços.

4) No playground orienta-se para que os brinquedos sejam regularmente vistoriados, além de validado o plano de manutenção.

5) Nos brinquedos móveis como gangorra, gira-gira e balanço entre outros, evite que as crianças com idade abaixo do recomendado pelo fabricante os utilizem.

6) As crianças menores de cinco anos devem estar sempre acompanhadas por um responsável, que poderá socorrê-las imediatamente no caso de um acidente.

7) Na piscina, todo cuidado é pouco. As crianças nunca devem permanecer sozinhas nesses locais. Recomenda-se o uso de cobertura por lona nos períodos fora de uso.

8) Os idosos devem evitar as escadas quando desacompanhados.

9) No espaço dedicado para academia, deve-se evitar a presença de crianças desacompanhadas.

10) Enfim, os cuidados devem ser adotados onde existirem áreas comuns habitadas e áreas comuns não habitadas, e que nem sempre tem o acesso controlado.

Todos os cuidados aqui mencionados, além de outros segundo as características de cada empreendimento, servem de base para o planejamento estratégico adotado pelo condomínio. Algumas das dicas se aplicam em um condomínio e não se aplicam em outros, portanto, insisto que fazer a análise de riscos e contar com a consultoria de profissionais especializados, são fundamentais para o sucesso da solução a ser desenvolvida.

Investir em tecnologia de proteção perimetral é o primeiro passo que muitos se atentam. Ocorre que soluções são adquiridas sem matriz de riscos, o que pode levar a gastos desnecessários, isto é, o custo deve estar relacionado e proporcional ao benefício.

Em outros casos compra-se de tudo para proteger o prédio e negligencia-se no treinamento das pessoas, sendo este último um dos maiores motivos das falhas e causas de ocorrências em condomínios, razão pela qual se tem a sensação de dinheiro jogado fora.

Também é recomendado que os procedimentos sejam revisados, auditados e testados regularmente visando o preparo de todos e a melhoria dos processos.

Reduzir os riscos deve ser compromisso de todos, e dever do condomínio. Dessa forma quando possível e viável financeiramente, o condomínio deve contratar uma consultoria para ajudar no desenvolvimento do plano de segurança, contemplando o projeto de segurança.

Somente com todos engajados nesse propósito que será possível a prevenção, desestimulando as ações do mal intencionado e oportunista.

Vale lembrar que segurança e conforto andam juntos, embora o melhor dos mundos fosse termos os dois sem nos sentirmos estressados; contudo, em algum momento, devemos decidir qual deixaremos de lado ou priorizaremos.

Fonte administradores.com.br

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

LEI 12.740 - DETERMINA O PAGAMENTO DE ADICIONAL DE PERICULOSIDADE

Segurança privada: setor teme por demissões
Para Wilson Bacco, diretor do Grupo Portal Serviços, o aumento do valor adicional de periculosidade para os profissionais de segurança, embora eleve os custos das empresas, é um benefício que atende às características e riscos da atividade.  ...
Foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff a lei 12.740, que determina às empresas de segurança e vigilância o pagamento adicional de periculosidade de 30% sobre o salário de seus funcionários. Na prática, o aumento do custo para as empresas será de 15%, tendo em vista que outros valores da mesma natureza, conquistados em acordos coletivos, sejam descontados. Hoje, a categoria já recebe 15% a título de periculosidade.

Para João Palhuca, vice-presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), embora ache correto, por ser um direito do profissional de segurança, ele teme que o custo pelo pagamento do adicional acarrete em demissões.

O diretor do Grupo Portal Serviços, Wilson Bacco (foto), empresa que atua na terceirização de serviços prestados em condomínios – Controle de Acessos, Limpeza e Jardinagem -, defendeu o direito dos profissionais de segurança ao benefício sancionado pela presidente Dilma. Embora a atividade do Grupo Portal não seja configurada como de segurança, o empresário afirmou que sabe da importância de tal reconhecimento, tendo em vista os horários e situações a que estão sujeitos aqueles profissionais. Quanto à elevação dos custos para as empresas, Bacco acredita que deverão ocorrer negociações para adequação ao novo encargo. 

Já na opinião do advogado Fabiano Zavanella, especialista em relações do trabalho do escritório Rocha e Calderon Advogados Associados, a lei seguramente trará reflexos e impactos financeiros expressivos para as empresas do segmento, como também para aquelas que fazem uso dos serviços, mediante terceirização, de vigilância. “Até a publicação da lei, os vigilantes recebiam adicional de risco, previsto em normas coletivas dos sindicatos, mas com um valor menor do que os 30% previstos na lei”, afirmou Zavanella. 

O advogado declarou que essas normas coletivas, via de regra, tratam ou ao menos tratavam da questão de adicionais, levando em conta a especificidade da atividade ou ramo e, “lamentavelmente, o legislador optou pela positivação de algo que era normatizado através da conquista negocial, da efetiva representação e representatividade, de condições que no plano prático atendiam às necessidades da maioria das situações”, concluiu. 

17/12/2012 
ÍCONE Comunicação e Notícias 
Rudi Gonçalves (11) 99916-2420

domingo, 16 de dezembro de 2012

SEGURANÇA ESCOLAR - IMPORTÂNCIA SOCIAL



Segurança em instituições de ensino

Caracterização do Problema e demonstração da importância social

Quais são os fatores que determinam a escolha de uma família pela melhor instituição de ensino para a educação e formação de seus filhos nos grandes centros urbanos do Brasil? Com certeza a QUALIDADE do corpo docente e sua capacitação, a seriedade do projeto pedagógico, a localização e as condições das instalações físicas e a segurança. É neste ponto que o Consultor de Segurança  entra em cena como um grande parceiro, pois a maioria das instituições de ensino públicas e privadas carecem de um planejamento minucioso de segurança e de um projeto básico de gerenciamento predial que identifique, analise, avalie e trate com exatidão os riscos e as necessidades de segurança como as suas áreas de atuação, os recursos humanos, equipamentos, meios e medidas, e considerando a utilização de modernas tecnologias de segurança existentes no mercado,  e baseados na ISO 31000.
Os projetos que devem ser elaborados, são  integrados com as atividades da instituição, oferecendo a mais econômica, eficiente e eficaz solução para a proteção e segurança de seus professores, pais e responsáveis, alunos e colaboradores. Diversos estudos elaborados pela UNESCO e pelo Colóquio de Violência nas Escolas e Políticas Públicas, realizado em Paris mostram que as instituições de ensino estão entre os espaços sociais que mais preocupam, devendo ser espaços seguros, pois segurança escolar e universitária constituem um problema que afeta a vida, a integridade física, emocional e psicológica dos agentes de educação, vide Bullying e Sindrome de Burnot.
 Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.
A Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de um esgotamento físico e mental intenso, definido pelos estudiosos como um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional e afeta mais as categorias de professores , médicos e enfermeiros.
A violência ou a ameaça de violência em suas diversas vertentes têm impacto direto na qualidade da educação e na continuidade do negócio da educação. O trabalho de um Consultor de Segurança nesta área específica deve seguir a seguinte metodologia:
Avaliação Situacional e Análise Estratégica de Riscos ( ISO 31000 )
Planejamento Estratégico de Segurança, determinação dos fatores que poderão trazer prejuízos à Instituição e seus freqüentadores ( Perigos ) , da sua probabilidade de ocorrência ( Riscos ) e da perda esperada em caso de ocorrência de cada risco;

Planejamento Tático/Técnico de Segurança e Proteção.
Proposta detalhada e descrição técnica das medidas a serem adotadas para alcançar a maior mitigação de riscos e redução da perda esperada com o melhor custo/benefício;

Gestão Operacional da Implementação do Planejamento Tático/Técnico aprovado.
Administração e controle das medidas a serem adotadas;

Planos de Emergência e de Contingência
Estes serviços avaliam e desenvolvem planos de emergência e contingência, realizam exercícios e/ou treinamentos de resposta, planejam como será realizada a comunicação durante e após a ocorrência, e montam as equipes que atuam em casos de crises;

Montagem de Equipes e Treinamento para Resposta a Perigos em  Escolas:
Treinamento para prevenção e intervenção à ação de Gangs, vandalismo, espionagem, seqüestros, utilização e tráfico de drogas e outros perigos; Treinamento a administradores e agentes de transporte escolar para prevenir, administrar e responder a acidentes, violências e outras emergências em vans e ônibus escolares; Montagem de equipes e organização de campanhas de mesa limpa, palestras, jogos de empresas e Endomarketing de segurança e proteção; Treinamento para mitigação do risco de Responsabilidade Civil, entre outros perigos;

Investigações e Resposta a Ocorrências de Segurança:
Investigações sobre consumo e tráfico de drogas, furtos internos, assaltos, ameaças, tentativas de seqüestros, porte de armamento e outros. Suporte pós-crises aos administradores, gestores de segurança e toda comunidade acadêmica.

Projetos de Segurança Ambiental:
Reciclagem e Separação do lixo produzido na Instituição; Destinação correta do lixo comum e armazenamento adequado; Palestras, treinamentos e Endomarketing ;

Temos falado em nossos cursos e palestras que este tema deve ser tratado por equipes multidisciplinares pois os problemas de violência e crime nas escolas no Brasil estão aumentando consideravelmente. Damos destaque aos aspectos técnicos do Gerenciamento de Riscos em Escolas, e a criação do Plano de Prevenção, Controle e Disciplina,  mas não podemos deixar de tratar o tema  pelo ângulo da necessidade de termos comportamentos preventivos saudáveis dentro da Escola. Segurança é a soma combinada de medidas integradas tais como: segurança física de instalações, segurança eletrônica, procedimentos, recursos humanos e a pronta resposta às ocorrências.

  
Segundo o Center for Disease Control and Prevention ( CDC ) que desde 2001 estuda o tema e estabeleceu e publicou normas de prevenção de lesões acidentais, violência e suicídios nas escolas, temos que criar um ambiente que promova segurança e as lesões. Os estudos indicam abordagens integradas em oito esferas:
  • Ambiente Social;
  • Ambiente Físico;
  • Educação em Saúde;
  • Educação Física e Atividade Física Extracurricular;
  • Serviço de Saúde;
  • Resposta a Crises, desastres e acidentes  que afetem a Comunidade Escolar;
  • Integração entre a escola, família e comunidade para prevenir lesões e
  • Capacitação dos colaboradores e atores educacionais.
O tema é complexo e nos próximos artigos poderemos expor mais tópicos sobre a metodologia como nossa Consultoria de Segurança trata o grave problema social. Acessem o nosso Curso e diversas palestras no www.slideshare.net/ulissesnascimento e o www.escolaprotegida.com.br 

Ulisses Nascimento é Gestor de Segurança Privada formado na Universidade Paulista. Aluno do MBS 32 da Brasiliano / FESP , Pós Graduando em Educação na Universidade Paulista. Profissional com mais de vinte e cinco anos de experiência na área de segurança corporativa, oficial da reserva do Exército Brasileiro na arma de Cavalaria, Instrutor e Ex Coordenador de Segurança Universitária e Gestão de Riscos no Campus Anchieta da UNIP, especialista formado pela mesma Universidade, atual assessor técnico do GIASES ( Grupo Integrado de Apoio à Segurança do Ensino Superior do Estado de São Paulo ) apoiado pelo SEMESP , membro da OBESST, associado à ABSO, ex - diretor do Conseg do 83DP – Parque Bristol SP , membro da Comissão Estadual de Polícia Comunitária e Direitos Humanos, ex - Coordenador de Governo da ABGS nos anos de 2007 - 2008 e atual Vice Presidente da Área de Governo e Assuntos Internacionais do IFIDUS. Possui diversos cursos de Extensão Universitária na Brasiliano Associados , Universidade São Judas e CELACADE na área de Gerenciamento de Riscos , Planejamento de Segurança , Sistemas Eletrônicos de Proteção e Cenários Prospectivos . Indicado três anos seguidos 2007, 2008 e 2009, para receber o Prêmio Destaque da Segurança Empresarial no Brasil pelo portal CIPANET. Pesquisador do tema Violência e Crime nas Escolas tendo exercido a coordenação do GIASES por duas gestões de 2005 a 2008 . Palestrante e articulista de diversos sites e Revistas especializadas na área de segurança. Sócio do Portal Escola Protegida e Security Manager da Grans Nascimento Associados – Consultoria de Negócios em Segurança e instrutor do Corpo de Segurança da Indústria Kania de Capivari SP.

SEJA PARCEIRO DO NOSSO PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO



OBRIGADO AOS AMIGOS E SEGUIDORES DO PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO - BRASIL




SEGURANÇA ESCOLAR - A TRAGÉDIA SANDY HOOK


A  TRAGÉDIA SANDY HOOK

Esta tragédia ocorrida nos Estados Unidos na sexta feira obriga a todos os atores do sistema educacional brasileiro público ou privado  , operadores de segurança pública e gestores de segurança a reverem conceitos referentes ao gerenciamento de riscos, planos de segurança , planos de  emergência, planos de contingência, e  gerenciamento de crises  das instituições de ensino nos grandes centros urbanos e áreas rurais.

Os projetos de sistemas eletrônicos de proteção e as abordagens de temas sobre crime e violência nas escolas – áreas de grande concentração de pessoas – devem ser construídos e/ou revisados, principalmente para a contenção de atiradores ativos e preparo de todos em situações críticas.

Esta tragédia que se repete comove toda a equipe da GNA Consultoria e Serviços Ltda. , que possui o Portal Escola Protegida e uma Divisão de Soluções Educacionais, e que busca todos os dias apresentar a novos clientes a necessidade de tratar com profissionalismo e técnica este assunto que é tabu para diretores, autoridades, pais e responsáveis e alunos no Brasil.

Nosso pensamento no momento é no luto de uma nação e de famílias que dias antes do Natal 2012 perderam seus entes mais preciosos.

Estamos de luto...


Ulisses Nascimento, CES


0xx11 98834 9838

São Paulo

NEWTOWN , CIDADE DEVASTADA PELO MASSACRE EM SANDY HOOK


Newtown, cidade devastada pelo massacre de 26 pessoas em escola

Por AFP
Os moradores de uma pequena cidade do estado de Connecticut permanecem em estado de choque neste sábado com o massacre de 20 crianças e seis adultos numa escola na sexta-feira, um dos ataques mais graves contra um centro de ensino na história dos Estados Unidos.
Um jovem fortemente armado abriu fogo e matou 18 crianças dentro da escola fundamental Sandy Hook, afirmou o porta-voz da polícia do estado de Connecticut, Paul Vance. Outras duas crianças morreram no hospital em consequência dos ferimentos.
Também morreram seis adultos na escola, segundo o porta-voz, antes da morte do autor dos disparos, vestido com roupas camufladas e colete, segundo a imprensa local. Até o momento não foi informado se ele cometeu suicídio ou foi alvo de tiros da polícia.
Entre os mortos estão a diretora da escola, Dawn Hochsprung, e a psicóloga, Mary Scherlach.
A matança aconteceu em menos de 20 minutos a partir das 09h30 da sexta-feira, quando o assassino parou o carro no estacionamento da escola.
A imprensa americana identificou o atirador como Adam Lanza, de 20 anos, a quem a polícia confundiu antes com seu irmão mais velho, Ryan, de 24, porque levava seu documento de identidade no momento da matança.
Os acontecimentos posteriores continuam confusos, mas o jornal The New York Times sustenta que o autor dos disparos não teve dificuldades para superar todas as medidas de segurança da escola porque a diretora teria aberto a porta para ele, pois conhecia a mãe de Adam, ex-professora na escola. A polícia, ao contrário, afirmou este sábado que ele entrou na instituição à força.
Munido de duas pistolas automáticas e um fuzil de assalto, Lanza concentrou os ataques em duas salas de aula, onde a maioria das 20 vítimas fatais tinha entre 5 e 10 anos.
A polícia foi alertada "por volta das 09h30". "Policiais de serviço e de folga" chegaram imediatamente ao local, segundo um comunicado das forças de ordem.
A notícia se espalhou rapidamente entre os pais dos cerca de 700 alunos que frequentavam a escola, muitos dos quais correram para o local para recuperar os filhos, provocando uma longa fila de carros nos acessos ao centro de ensino.
Forças de intervenção entraram na escola quebrando várias janelas, revistando sala por sala do edifício e começaram a evacuar as crianças.
O porta-voz da polícia disse que só um dos feridos sobreviveu e que o autor dos disparos foi incomumente preciso e metódico no momento de abrir fogo.
"Pensei que todos íamos morrer", declarou uma professora à emissora ABC, contando que se escondeu no banheiro com seus 15 alunos pequenos.
Uma jovem estudante contou à rede de televisão WCBS ter ouvido os disparos, mas não sabia de onde vinham. "Estava no ginásio nesse momento. Ouvimos vários 'bangs' e pensamos que era o zelador derrubando coisas. Ouvimos gritos", contou.
"Então, a polícia entrou. 'Está aqui?' E ele saiu correndo. Então, alguém gritou, 'Vão para um lugar seguro!' e nos enfiamos no armário do ginásio e ficamos ali por um tempo", contou, enquanto seus pais se aproximavam, atordoados. "Então a polícia bateu na porta": 'estamos evacuando as pessoas'. Saímos correndo", acrescentou.
A polícia encontrou morta em casa a mãe de Lanza, aumentando o número de vítimas a 27. Ela tinha sido professora em Sandy Hook e foi executada antes de Adam ir para o centro de ensino.
O corpo sem vida de Adam Lanza foi encontrado às 09h50, segundo a emissora CNN, elevando o total de mortos no massacre para 28. Aparentemente, ele se suicidou, depois de provocar uma tragédia que não durou mais de 20 minutos.
Todas as vítimas foram identificadas e os corpos foram retirados do centro de ensino durante a noite, informou neste sábado o porta-voz da polícia de Connecticut, Paul Vance.
"A investigação aconteceu durante toda a noite. Nosso objetivo era identificar todas as vítimas para aliviar as famílias. Nossos policiais trabalharam toda a noite e conseguiram identificar todas as vítimas", declarou ao canal CBS.
Horas depois do massacre, centenas de pessoas se reuniram para uma vigília na igreja de Newtown, que ficou lotada. Muitas pessoas acompanharam o ato do lado de fora do templo.
"É uma comunidade que realmente se une quando acontecem coisas como esta", disse o pároco Robert Weiss durante a missa. Durante a vigília, foi lida uma carta do Papa Bento XVI.
"Peço ao nosso Deus pai que console aqueles que choram a perda de um ser querido e que apoie toda a comunidade com a força espiritual que se impõe à violência através do perdão, da esperança e do amor reconciliador", escreveu o Papa.
David Connors, cujos trigêmeos estavam na escola durante o tiroteio, mas que escaparam ilesos, disse que está horrorizado. "É duro. Nunca imaginei que algo assim poderia acontecer aqui", disse.
"Nossa fé foi colocada à prova", afirmou o governador do estado, Dan Malloy.
"Não necessariamente nossa fé em Deus, mas nossa fé na comunidade e em quem somos, no que representamos coletivamente", acrescentou.
Na primeira declaração após a tragédia, o governador havia dito que "o mal visitou hoje esta comunidade".
O presidente Barack Obama tentou conter as lágrimas na sexta-feira ao falar sobre o massacre e disse que estava devastado.
Neste sábado, Obama pediu aos americanos que sejam solidários com os familiares das vítimas do massacre e pediu "medidas decisivas" para evitar estas "tragédias".
"Este fim de semana, Michelle e eu estamos fazendo o que sabemos que todo pai está fazendo: mantendo nossos filhos o mais perto possível e recordando o quanto os amamos", disse Obama, pai de Sasha, 10 anos, e Malia, 14.
"Há famílias em Connecticut que não podem fazer isto hoje. E eles precisam de todos nós agora", completou Obama em seu programa semanal de rádio.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

TRAGÉDIA NA SANDY HOOK ELEMENTARY SCHOOL


Homem atira em escola e é morto nos Estados Unidos

Agência Estado



Um homem que realizou disparos numa escola primária da cidade de Newton, em Connecticut, foi morto após assassinar várias pessoas no local, informou a polícia. Todas as escolas da cidade foram fechadas na manhã desta sexta-feira e a Swat foi chamada até a Sandy Hook Elementary School. Segundo uma autoridade, que falou em condição de anonimato, o atirador portava duas armas.

Uma fonte do serviço de ambulâncias de Newton disse que uma professora foi ferida no pé a tiros e levada ao hospital Danbury. O jornal Newtown Bee publicou em seu site a fotografia de um grupo de crianças em fila - algumas chorando, outras assustadas - sendo escoltadas por adultos por um estacionamento.

A polícia de Newton foi avisada por volta de 9h40 (horário local, 11h40 em Brasília) sobre os tiros disparados na escola. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.


NATAL 2012 - ONDE MORA O PERIGO...



 Caros amigos,
Evitem colocar enfeites próximos aos computadores, impressoras ou outros equipamentos eletrônicos. Eles podem aquecer os dispositivos e oferecer risco de incêndio.
PREVENÇÃO É FUNDAMENTAL !





ESTATUTO DA SEGURANÇA - ALTERAÇÕES NA SEGURANÇA PRIVADA




LINK PARA NOVA PORTARIA 3233 DE 10.12.2012

http://naoletal.wordpress.com/2012/12/13/nova-portaria-3-233-de-10122012-alteracoes-na-seguranca-privada/

COMENTE, OPINE, PARTICIPE...

A REDAÇÃO

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

Violência nas escolas é tema de seminário na UFMT
11/12/2012 - 12h17  
Da Redação

Começa amanhã (12) o “VII Seminário de Segurança Pública: Violência nas Escolas”, com abertura às 19h30, no auditório da Faculdade de Administração (FAeCC) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O seminário objetiva o debate de alternativas e desafios para a superação da violência e a construção de uma cultura pacificadora no ambiente escolar, com diálogo e respeito às diferenças.
Durante os três dias de evento educadores, especialistas em segurança pública, autoridades, gestores e pesquisadores discutirão temas como educação e direitos humanos nas escolas, a infância na ambiência escolar, violência nas escolas, diversidade sexual e preconceito, drogas no espaço escolar, internação compulsória e redução de danos para dependentes químicos, Gangs, Bullyng e Incivilidades na escola, dentre outros. Os temas serão abordados por meio de palestras, oficinas, minicursos e mesas redondas.
A palestra de abertura “Refletindo sobre a: desafios e alternativas à violência na escola” será ministrada pelo professor Luiz Augusto Passos, do Instituto de Educação da UFMT, às 21h30. Outro tema bem aguardado será “Violência Virtual no Ambiente Escolar”, apresentado em forma de minicurso ministrado pelo professor Sérgio Francisco Carlos Graziano Sobrinho (PUC-RS). Além disso, haverá a exibição do filme “Entre os muros da escola” (2007, França, direção: Laurent Cantet, 128 min., drama, classificação indicativa: 12 anos). O filme mostra como o professor Fraçois e seus colegas tentam manter o estímulo de dar a melhor educação a seus alunos, apesar de apatia e indiferença deles. Em seguida haverá uma discussão com a plateia sobre a temática do filme.
O evento é promovido pelo Núcleo Interinstitucional de Estudos da Violência e Cidadania (Nievci) em parceria com o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) tem apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP), da Secretaria do Estado de Educação (Seduc), da OAB Mato Grosso, da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).

FONTE  PORTAL O DOCUMENTO

CONGRESSO NACIONAL DAS GUARDAS MUNICIPAIS 2012 - SÃO PAULO


ASSESSORIA DE SEGURANÇA EM SÃO PAULO


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

BANCOS SÃO RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA DOS CLIENTES


Bancos são responsáveis por segurança dos clientes

Pedro Souza 
Do Diário do Grande ABC

Os bancos são responsáveis pela segurança dos seus clientes e usuários quando eles estão dentro de suas dependências, prevê o CDC (Código de Defesa do Consumidor). Isso significa que os estacionamentos, próprios e de terceiros vinculados, também entram na lista. Portanto, clientes que sofrerem roubos nesses locais, por entendimento da Justiça, deverão ter ressarcimento pelas instituições financeiras, responsáveis pela preservação da saúde e segurança dessas pessoas.

Recentemente, os desembargadores estaduais Francisco Loureiro, Alexandre Lazzarini e Eduardo Sá Pinto Sandeville determinaram que um banco indenizasse cliente que foi assaltado no estacionamento vinculado a uma agência, na Capital, após sacar R$ 4.003.
"Quando se instala uma empresa, você assume o risco da prática. Portanto quando o banco atende um cliente na agência, ele tem que garantir a segurança dele", explica o diretor do curso de Direito da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul), Vander Ferreira de Andrade.
Essa é a chamada teoria do risco. E, conforme o CDC, as empresas não podem prestar serviços ou comercializar produtos que apresentem risco à saúde e segurança dos seus clientes. Isso vale tanto para os clientes quanto para seus acompanhantes,  quando eles estão nas agências, destaca Andrade.
O advogado Nikolas Marcondes de Miranda Koblev, de São Caetano, destaca que mesmo com a teoria do risco, é preciso compreender que o autor do crime é o bandido e não o banco. E caso ele seja preso, provavelmente o dinheiro será recuperado. "Se não for, a devolução do dinheiro fará parte da possível condenação do suspeito", pontua.
No entanto, Andrade orienta que as pessoas que forem vítimas da conhecida ‘saidinha' devem procurar primeiramente o banco, antes de pensar em entrar na Justiça. "Muitas vezes a instituição reconhece que deve ressarcir o cliente."
Delegado titular do 1º DP (Centro) de São Bernardo, Victor Vasconcelos Lutti, diz que a ‘saidinha' é uma prática criminosa comum, não só na região, mas em todo o País. "Tanto que nós temos vários registros de flagrantes", aponta, sem revelar os números.
Lutti orienta que o consumidor realize suas operações de forma eletrônica ou por meio de cartão, e deixe de lado os saques e pagamentos de grandes valores com dinheiro em espécie.
CAUSA - Andrade destacou ainda que existe uma ferramenta jurídica que obriga que a instituição seja responsável pela segurança do cliente e faça a indenização mesmo que o assalto ocorra a metros de distância das dependências das agências.
"É o nexo da causalidade. Se a vítima provar que o criminoso observou ela sacando dentro da agência e esperou para roubá-la fora, onde não há mais responsabilidade do banco, existe a interpretação do nexo. A causa é o criminoso dentro da agência olhando sem dificuldade o saque das pessoas, e a consequência é o assalto fora. Portanto, o banco não prestou segurança o suficiente ao cliente para evitar o crime", explicou.
No caso de caixas eletrônicos fora das agências, o diretor do curso de Direito destaca que os bancos também podem ser interpretados como responsáveis pelo cliente. "O equipamento é mais conveniente para a instituição, que gasta menos com funcionários, do que para o cliente nesta situação."
Para casos de ‘saidinhas' levados à Justiça, caberá aos juízes e desembargadores as decisões. Por isso, Andrade orienta que as vítimas juntem todos os documentos e testemunhas, façam boletim de ocorrência e busquem o banco antes de recorrerem à Justiça.


SESVESP - AUMENTA A PROCURA POR SISTEMAS DE SEGURANÇA


Cresce procura por sistemas de segurança 
03/12/2012 13:44

Tradicionalmente, os últimos meses do ano marcam o período mais aquecido para as empresas de segurança eletrônica. Nessa época, a procura por pacotes de tecnologias que incluem desde cercas elétricas até complexos sistemas de videomonitoramento cresce exponencialmente, muito em função da proximidade das festas de fim de ano e das férias. Neste ano, um novo componente vem ampliando o interesse de clientes empresariais e residenciais por esse arsenal de proteção: a onda recente de violência na Grande São Paulo.
Segundo fornecedores ouvidos pelo Valor, o aumento da demanda por sistemas e equipamentos foi de 20%, em média, desde o início dos incidentes. A maioria dessas consultas está sendo realizada por novos clientes. "Esse índice já desconsidera o crescimento tradicional nessa época, também de 20%", afirmou Leandro Martins, diretor-geral no Brasil da Teleatlantic, empresa de segurança eletrônica do grupo israelense Bracol.
Grande parte da população e das empresas está distante da zona de confronto entre policiais e criminosos. Os incidentes têm se concentrado em determinados pontos da Grande São Paulo. Para os especialistas, no entanto, esse aspecto não deixa de trazer reflexos diretos na demanda. "Momentos como esse aumentam a sensação de insegurança, mesmo que as pessoas não sejam diretamente ameaçadas", disse Carlos Progianti, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese).
Setor de segurança eletrônica movimentou US$ 1,83 bilhão em 2011 no Brasil, um avanço de 9% em relação a 2010
Progianti disse que uma mudança recente no perfil das consultas dos clientes é um bom indicador desse cenário. Em períodos de normalidade, tecnologias de monitoramento, como os circuitos fechados de TV, respondem pela maioria das solicitações. Por outro lado, em situações atípicas aumenta a procura por recursos mais ligados à proteção efetiva frente a um perigo iminente. Nessa vertente, estão incluídos alarmes, sensores e cercas elétricas, entre outras tecnologias. "É o que vem acontecendo. Os clientes têm mostrado um interesse maior por tecnologias ligadas a barreiras físicas", afirmou.
O mercado brasileiro de segurança eletrônica cresceu a um ritmo anual de 11% nos últimos cinco anos, segundo dados da Abese. Em 2011, o setor movimentou US$ 1,83 bilhão no país. Cerca de 88% dos negócios estão relacionados a clientes não residenciais.
A concentração no segmento empresarial, entretanto, tende a diminuir. De acordo com as companhias, esse movimento é anterior à onda de ataques, mas vem sendo reforçado por esse contexto. A mudança é expressa na adoção de tecnologias mais sofisticadas, como o controle de acesso de pedestres e veículos, e os sistemas de videomonitoramento. "Antes, mais restrito a grandes empresas e condomínios comerciais, esse nível de proteção está começando a migrar também para os condomínios residenciais", disse Fernando Moreira, diretor da G-Eletro, braço de segurança eletrônica do grupo GR.
Essa migração vem acontecendo pouco a pouco. Os condomínios residenciais de alto padrão foram os primeiros a investir em recursos como códigos e sistemas de biometria para controlar o acesso a elevadores, garagens, áreas de lazer e outras áreas comuns das instalações. Hoje, é raro que um novo empreendimento nessa categoria não compreenda essas tecnologias desde a concepção do projeto.
Da mesma forma, os condomínios de alto padrão mais antigos puxaram uma segunda onda de adoção, ao substituírem suas tecnologias por ferramentas mais avançadas. Agora, os fornecedores dizem que os condomínios residenciais de menor porte, instalados em diferentes regiões de São Paulo, estão começando a seguir o mesmo caminho.
As tecnologias de segurança eletrônica estão acompanhando a busca por um nível de proteção diferenciado. A principal tendência é o desenvolvimento de softwares que acrescentam inteligência aos circuitos de videomonitoramento. Essas novidades são reforçadas pela transição das câmeras analógicas para as câmeras IP, que são conectadas à internet, têm sensores infravermelho e oferecem melhor qualidade de imagem.
Com o auxílio de softwares e algoritmos, esses equipamentos são capazes de detectar qualquer padrão que destoe dos parâmetros preestabelecidos pelos clientes. Entre outras aplicações, as câmeras conseguem medir a velocidade de movimentos e contar quantas pessoas estão em um recinto. "Uma joalheria, por exemplo, pode definir que certo número de pessoas paradas em frente à vitrine da loja, por um determinado período, é uma situação de atenção", disse Moreira.
A partir da identificação de qualquer exceção à regra, as câmeras podem - entre outras ações - emitir um alerta de atenção para uma central remota de monitoramento. Já existem ofertas disponíveis para que o cliente acesse em tempo real as imagens por meio de smartphones e tablets. Ao mesmo tempo, os sistemas permitem a gravação remota, o que evita a perda das imagens em caso de destruição ou captura das gravações no local pelos criminosos.
Segundo Mauro de Lucca, gerente de integração de sistemas da britânica G4S Technology, a próxima evolução desse tipo de tecnologia é um sistema que cria automaticamente seus próprios parâmetros a partir da análise da rotina de um determinado local. "Já temos empresas no Brasil testando esse software", disse o executivo.
No campo do controle de acesso, por sua vez, uma das aplicações que começa a ganhar escala é o uso de chips de radiofrequência, que podem ser instalados em veículos, equipamentos e crachás. "É possível monitorar qualquer movimentação no imóvel e, se for preciso, interagir com as pessoas", disse Marcelo Sesso, gerente da Controbras, empresa de segurança eletrônica do grupo Embrase.

FONTE SESVESP

AUMENTA O NÚMERO DE SEGURANÇAS PRIVADOS NA GUATEMALA


Cresce número de seguranças privados na GuatemalaNúmero é pelo menos cinco vezes maior do que o de policiais

Publicação: 09/12/2012 19:57

Na Cidade da Guatemala, capital do país de mesmo nome na América Central, é praticamente impossível dar dois passos sem se deparar com agentes de seguranças de estabelecimentos privados.

Eles estão por toda a parte: nas entradas de restaurantes, salões e cafés.

Porém, engana-se quem pensa que tais homens se restrinjam aos locais frequentados pela alta sociedade guatemalteca.

Eles também se multiplicam nas entradas de cadeias tradicionais de fast-food, como McDonald's, Burger King e Taco Bell, uma reação à alta taxa de criminalidade da Guatemala.

Analistas estimam que haja entre 100 mil e 150 mil agentes de segurança privada no país, um contigente bem superior, inclusive, ao total de policiais, hoje em torno de 25 mil.

Segundo a ONU, a Guatemala possui um dos mais altos níveis de criminalidade da América Latina. Apenas na capital guatemalteca, 40 homicídios são cometidos a cada semana.

Os moradores e empresários mais ricos dizem viver em um país onde os sequestros, roubos e extorsão são "abundantes", e que as empresas de segurança privada oferecem a "proteção que a polícia não fornece".

Para eles, a segurança é considerada uma prioridade: apavorados com as altas taxas de criminalidade, os guatemaltecos mais afortunados contratam guarda-costas de aluguel e motoristas para levá-los ao redor da cidade em veículos blindados.

Nas saídas, as escolas de elite do país também estão repletas de seguranças, e no shoppings da capital, homens de terno preto garantem a proteção das famílias ricas.

Israel Castillo chegou à capital guatemalteca aos 23 anos. Durante os últimos cinco, o jovem anda armado com um revólver calibre 38, 12 balas e um cassetete fazendo a segurança das lojas de conveniência e dos centros comerciais da cidade.

Antes de se mudar, ele conta nunca ter segurado em armas. Castillo colhia café em sua cidade natal, Jalapa, uma região montanhosa a 175 km da capital guatemalteca.

"Não gosto de viver aqui na capital", diz ele. "Eu cresci no campo e não estava mais acostumado a morar em um centro urbano. Mas eu fui obrigado a migrar para cá, porque aqui tenho um emprego e consigo ganhar mais dinheiro. Só assim eu sustento a minha família."

É uma cena que se repete em outros países da América Latina, mas que na Guatemala tem ganhado maior destaque. Segundo especialistas, entretanto, o que surgiu como uma "solução" pode ter se tornado um problema.
Proteção e problema

Na América Central, empresas de segurança privada oferecem a proteção que a polícia não pode garantir.

No entanto, muitos desses agentes a serviço da iniciativa privada ganham salário mínimo, e muitas vezes carregam armas perigosas sem ter uma formação adequada: uma combinação letal que pode ameaçar ao invés de proteger os cidadãos do país, afirmam estudiosos.

Segundo eles, tal binômio ainda é fortalecido pelo fato de muitas companhias do setor não exigirem experiência prévia ou um nível elevado de educação de seus funcionários.

Assim, acrescentam, muitos desempregados migram do interior para a capital afim de conseguir um trabalho como segurança, a partir do qual podem ganhar um salário fixo sem possuir as credenciais necessárias.

"A segurança privada tornou-se uma opção de trabalho para um grande segmento da população deslocada de trabalho agrícola", explica Otto Argueta, pesquisador do Instituto de Estudios Latinoamericanos-GIGA.

O governo espera aprovar uma nova lei para monitorar as empresas de segurança privada que não estão registradas e assim diminuir o número de agentes que operam ilegalmente no país.

O regulamento visa criar um banco de dados de todos os agentes privados que atuem no país.

O objetivo é, a partir daí, monitorar os movimentos desses homens e garantir que todas as armas sejam registradas.

As empresas que não seguirem as regras receberão punição rigorosa, afirma o governo guatemalteco.

SEGURANÇA PRIVADA NO CEARÁ


Ceará tem mais de 62 mil vigilantes privados

09.12.2012
O efetivo particular no Brasil é de 1.675.415 profissionais, enquanto o público soma 330.940 policiais, segundo a OEA
Com o maior número de guardas privados do continente, somando 1.675.415 profissionais, o Brasil tem um mercado de segurança armada também em crescimento. Os dados, levantados na última pesquisa Segurança Cidadã nas Américas, da Organização dos Estados Americanos (OEA), revelam que o número representa mais que o quíntuplo do efetivo público, que possui 330.940 policiais. Apenas no Estado, são 62.500 vigilantes particulares e 57 empresas de segurança, de acordo com a Polícia Federal no Ceará.

Apesar de ter custo mais alto, a segurança presencial, que conta com a atuação de vigilante, também encontra mercado em expansão. Eles podem atuar com segurança pessoal, transporte de valores, dentre outros

A pesquisa da OEA também indica que o País é o que mais tem empresas de segurança privada cadastradas nas Américas, sendo 2.904 no total. Segundo o especialista em segurança, Pedro Adrião, da Fort Segurança, esse mercado teve expansão de até 15% nos últimos três anos. Atuante no setor há 20 anos, tanto na área armada como tecnológica, ele diz perceber que o crescimento está atrelado ao aumento da criminalidade e ao poder aquisitivo da população.
Valores
De acordo com Pedro Adrião, a segurança armada em posto, de 12 horas por dia, sai em torno de R$ 4 mil por mês, sendo R$ 8 mil para 24 horas - nesta última trabalham quatro profissionais revezando por turno. Ele afirma que esses valores aumentam entre 15% e 20% quando se trata de acompanhamento de Vip - termo usado para se referir ao executivo contratante.

"Tem o aumento no preço porque é exclusivo e é outro perfil de profissional, com mais educação, outro comportamento e outra apresentação, já que ele vai atrás do executivo", destaca. O segurança pessoal pode acompanhar no trânsito de carro e, prioritariamente, de motocicleta - item que permite custo mais baixo no serviço e fuga mais rápida no caso de uma necessidade. Do total de clientes da empresa, Pedro diz que cerca de 15% contratam o serviço orgânico, ou seja, com a atuação de um vigilante de forma presencial.

Modalidades
O gerente-geral comercial da Corpvs Vigilância Armada, Roberto Rego, destaca que além do segurança pessoal - que atua à paisana no acompanhamento do cliente dentro do Estado - e dos vigilantes em posto, existem os profissionais que realizam transporte de valores. "Essa é boa opção para não arriscar a vida de um contínuo, além de ter o dinheiro segurando em caso de roubo", afirma Roberto.

Pedro Adrião ressalta que o vigilante armado é muito mais caro em função da própria mão de obra, sendo a segurança eletrônica mais procurada. Roberto Rego também concorda que os itens tecnológicos são mais acessíveis devido ao baixo custo, atingindo desde o pequeno ao grande comerciante assim como pessoas que procuram proteger suas casas. Contudo, ele reconhece que ambos são mercados em ampla ascensão.

Regulamentação
O Ministério da Justiça, por meio do Departamento da Polícia Federal, é responsável por regulamentar as empresas de segurança privada. Segundo a Polícia Federal no Ceará, toda a prestação de serviço deve passar por uma empresa e não deve ser realizada diretamente com um vigilante. Os profissionais formados são habilitados para atuar armados ou desarmados - função determinada pela empresa.

Os profissionais podem atuar com vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada, segurança pessoal e curso de formação. Após o contato feito pelo cliente, as empresas verificam que tipo de serviço é mais adequado. 

GABRIELA RAMOS