quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Napo - As aventuras de Napo parte 1

DICAS DE EMERGÊNCIA DO CORPO DE BOMBEIROS


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

INFI FEBRABAN 2013 - SUMMIT DE CRIMES ELETRÔNICOS


SÓ AGORA ?


Só agora?!?

A tragédia em Santa Maria que matou mais de 230 pessoas em um incêndio na Boate Kiss chocou e sensibilizou pessoas do mundo inteiro. E levantou questionamentos quanto ao funcionamento e as leis que regulam casas noturnas de todo o Brasil. Como consequência, as administrações de várias capitais dos estados anunciaram medidas para apertar o cerco a esses estabelecimentos comerciais e, assim, evitar que o incidente se repita.

Em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad determinou que a secretaria de Licenciamentos confronte a legislação pertinente aos chamados locais de reunião para mais de 500 pessoas e o sistema de fiscalização do Departamento de Controle do Uso de Imóveis (Contru). No ano passado, cerca de 500 imóveis para esse tipo de funcionamento foram licenciados no município.

Principal bairro da boêmia de Porto Alegre (RS), a Cidade Baixa foi a região da cidade escolhida para a primeira ação da força-tarefa constituída para incrementar a fiscalização de casas noturnas e de entretenimento. Desde janeiro de 2005, está em vigor resolução municipal que proíbe o uso de artigos pirotécnicos, fogos de artifício e produtos similares em casas noturnas e casas de espetáculos no município. Hoje, uma força tarefa faz vistoria de caráter emergencial, com prioridade para as casas maiores e aquelas que podem oferecer maior potencial de risco.

Na capital de Santa Catarina, a prefeitura será parceira do Ministério Público do Estado na fiscalização do cumprimento de normas de segurança e prevenção a incêndios das casas noturnas da cidade. Um dia após a tragédia, o promotor de Justiça da coordenadoria de Direitos Humanos, Daniel Paladino, anunciou a instauração de um inquérito civil público para investigar o funcionamento de todas as casas noturnas de Florianópolis. O prefeito Cesar Souza Júnior também determinou que seja intensificada a fiscalização nos estabelecimentos, a começar pelas que possuem maior capacidade de público. Foi solicitado ainda um estudo na legislação municipal que trata sobre o tema para verificar se ela está de acordo com as mais modernas normas de segurança.

A fiscalização ficará mais rígida com relação a ambientes físicos, saídas de emergência, prevenção e combate a incêndios e lotação máxima permitida de casas noturnas, bares e restaurantes de Curitiba (PR). A cidade tem em torno de 15 mil estabelecimentos comerciais, dos quais 8 mil estão regulares segundo a prefeitura, que ressalta também que há imóveis que funcionam com liminares e mandados de seguranças. A intenção é criar uma comissão municipal para estudar melhorias na liberação de alvarás de funcionamento e reativar o fortalecimento da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu), que congrega membros dos diversos órgãos da cidade envolvidos na fiscalização de estabelecimentos comerciais.

GIMENEZ ASSOCIADOS

SEGURANÇA PATRIMONIAL E VIGILÂNCIA NO BRASIL


SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL


ACORDE PARA O SEU SUCESSO...


CATI SWAT NA BOLÍVIA EM 2013


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

PRÊMIO DESTAQUE 2012



VOTE NOS DESTAQUES DA SEGURANÇA

O PRÊMIO DESTAQUE DA SEGURANÇA DO GRUPO CIPA INICIOU  VOTAÇÃO EM 2012. ESTAMOS A MUITOS ANOS LUTANDO NESTE SEGMENTO, INICIALMENTE COMO OPERACIONAL E ADMINISTRATIVO E GERENCIAL E ATUALMENTE COMO CONSULTOR PLENO E EMPRESÁRIO DA GNA CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA DE SÃO PAULO. CONTO COM SEU VOTO E AGRADEÇO OS VOTOS RECEBIDOS. ACESSE E VOTE PROF. ULISSES NASCIMENTO,CES.


GRATO


sábado, 26 de janeiro de 2013

RISCOS GLOBAIS - MARSH BRASIL


RISCOS GLOBAIS 2013 - WEF 2013

RISCOS GLOBAIS 2013 - WORLD ECONOMIC FORUM

O relatório Riscos Globais 2013 do Fórum Econômico Mundial baseia-se numa pesquisa com mais de 1000 especialistas da indústria, do governo, de universidades e da sociedade civil, que foram questionados sobre as perspetivas em relação a 50 riscos globais.


O risco global que os questionados classificaram como mais provável de ocorrer nos próximos dez anos é a grave disparidade econômica, enquanto o risco que foi avaliado como de maior impacto, caso ocorra, é o de uma crise financeira sistêmica. Há também dois riscos que aparecem entre os cinco mais citados tanto pelo impacto como pela probabilidade – os desequilíbrios fiscais crônicos e a quebra no suprimento de água.

As consequências imprevistas da tecnologia em ciências da vida foram a principal preocupação entre os riscos globais quando questionados sobre probabilidades, enquanto consequências imprevistas da regulação foram as mais consideradas na escala de impacto, quando comparadas com o resultado dos últimos cinco anos.

Três Casos de Riscos


Baseado na análise dos inquéritos, na consulta com especialistas e em pesquisas adicionais, o relatório apresenta três casos de riscos. Cada caso representa uma constelação interessante de riscos globais e é explorado seu impacto a nível global e nacional. Os três casos de risco são:

Testando a Resiliência Econômica e Ambiental
A manutenção do estresse sobre o sistema econômico global deverá absorver a atenção dos governantes no futuro próximo. Ao mesmo tempo, o ambiente na Terra está também sendo objeto de um crescente estresse. Choques simultâneos que possam ocorrer nos dois sistemas poderiam desencadear a “tempestade global perfeita”, com consequências potencialmente insuperáveis. Na frente econômica, a resiliência global está sendo testada pelas corajosas políticas monetárias e fiscais de austeridade. Na frente ambiental, a resiliência da Terra está sendo testada pelo aquecimento global das temperaturas e por eventos meteorológicos extremos, que têm a tendência de se tornarem mais frequentes e severos. 

Um colapso repentino e massivo de uma frente certamente vai comprometer as chances de a outra desenvolver uma solução efetiva e de longo prazo. Dadas as probabilidades de futuras crises financeiras e de catástrofes naturais, existem formas de construir a resiliência nos nossos sistemas econômicos e ambientais ao mesmo tempo?

Crises Digitais num Mundo Hiperconectado
Em 1938, milhares de norte-americanos confundiram a adaptação do romance de H.G. Wells A Guerra dos Mundos com uma transmissão real e entraram em pânico, acreditando que os Estados Unidos estavam sendo invadidos por marcianos. É possível que a Internet seja a fonte de uma onda de pânico comparável, mas com consequências geopolíticas graves? A mídia social permite a disseminação de informação por todo o mundo a uma velocidade estonteante, num sistema aberto em que normas e regulamentos estão começando agora a emergir, mas ainda não foram definidos. Mesmo se os benefícios dos sistemas de comunicação hiperconectada são indiscutíveis, eles podem permitir a disseminação viral de informação que seja intencionalmente ou não intencionalmente enganosa ou provocadora. Imagine-se na vida real se alguém gritar “Fogo!” num cinema lotado. Caso ocorra o equivalente virtual a isso, podem ocorrer danos pela disseminação rápida de informação errada, mesmo se a informação correta for enviada logo a seguir.
Existem formas de criadores e consumidores da mídia social desenvolverem uma ética de responsabilidade e de ceticismo saudável para reduzir o risco de crises digitais?

Os Perigos da Arrogância na Saúde Humana
A saúde constitui um sistema crítico que está sendo constantemente desafiado, seja pelo surgimento de pandemias, seja por doenças crônicas. As descobertas científicas e as tecnologias emergentes permitem que enfrentemos estes desafios, mas os sucessos médicos do século passado também podem criar uma falsa sensação de segurança. Sem dúvida, um dos meios mais efetivos e utilizados para proteger a vida humana – o uso de compostos antibacterianos e antimicrobianos (antibióticos) – pode não ter mais a mesma eficácia no futuro próximo. Cada dose de antibiótico cria pressões seletivas evolucionárias, devido ao fato de algumas bactérias sobreviverem para passarem as mudanças genéticas que permitem que elas façam isso. Até agora, novos antibióticos foram desenvolvidos para substituir os mais antigos, que cada vez são menos eficazes. No entanto, a inovação humana poderá não ser tão rápida que acompanhe a velocidade da mutação bacteriana. Algumas das novas substâncias atualmente em processo de desenvolvimento poderão não ser eficazes contra certas novas mutações de bactérias mortais, criando o risco de pandemias. Existem formas de estimular o desenvolvimento de novos antibióticos, assim como de reunir os incentivos para prevenir o uso excessivo, ou estamos em risco de retornar à época pré-antibióticos, em que um arranhão poderia ser fatal?

Relatório Especial: Resiliência Nacional a Riscos Globais


O Relatório Especial deste ano analisa as dificuldades que os países terão de enfrentar para se prepararem para riscos globais aparentemente fora de sua esfera de controle ou de influência. Uma abordagem possível reside em “pensamentos sistêmicos” e na utilização do conceito de resiliência em relação aos países. O relatório introduz cinco componentes da resiliência – robustez, redundância, engenhosidade, capacidade de resposta e recuperabilidade – que podem ser aplicados a cinco subsistemas do país: econômico, ambiental, governamental, de infraestruturas e social. O resultado é uma ferramenta de diagnóstico para que os decisores políticos possam avaliar e monitorar a resiliência de seus países aos riscos globais.

Fatores X da Nature


Desenvolvidos em parceria com os editores da Nature, uma das principais revistas científicas, o capítulo sobre os “Fatores X” tem em vista ir além do panorama dos 50 riscos globais, alertando os decisores políticos para os cinco divisores de águas emergentes:
• Alterações climáticas: É possível que já tenhamos passado do ponto de irreversibilidade e que a atmosfera da Terra esteja rapidamente caindo num estado de inospitalidade.
• Ampliação significativa de conhecimentos: Dilemas éticos semelhantes aos do doping nos esportes podem começar a se alargar ao dia a dia; também podem chegar à corrida armamentista.
• Desenvolvimento descontrolado da geoengenharia: Está sendo desenvolvida a tecnologia para manipular o clima; um Estado ou um indivíduo poderão usar isso unilateralmente.
• Custos da longevidade: As conquistas médicas estão prolongando a vida, mas os cuidados paliativos de longo prazo são caros. Cobrir os custos associados ao envelhecimento pode ser uma dificuldade.
• Descoberta de vida extraterrestre: A prova de vida em outros locais do universo pode ter implicações psicologias profundas nos sistemas humanos de crenças.

O relatório Riscos Globais constitui a publicação emblemática da Rede de Resposta a Riscos do Fórum Econômico Mundial, que proporciona uma plataforma independente para os participantes explorarem formas de colaborar na construção da resiliência aos riscos globais. Mais informações podem ser encontradas em www.weforum.org/risk.

FONTE  MARSH BRASIL



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

PREVENÇÃO DE PERDAS PARA CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO


Segurança e Prevenção de Perdas para Centros de Distribuição - Dicas Básicas

Olá, Amigos!

Neste artigo vou deixar algumas dicas básicas de Segurança e Prevenção de Perdas para Centros de Distribuição.

1 – Portaria

a)      Para evitar golpes como o chamado “Cavalo de Tróia” recomenda-se que os caminhões antes de acessar o estabelecimento entrem em marcha ré e com o Baú aberto;

b)      A cabine do motorista deve ser revistada visualmente;

c)       No período noturno o motorista deve acender a luz interna da cabine e deixar os faróis em luz baixa para facilitar a identificação;

d)      Nos casos dos caminhões que chegam lacrados do fornecedor, antes do mesmo adentrar no estabelecimento a equipe de segurança deve conferir se o lacre bate com o número descrito na nota fiscal. Importante: o número deve estar impresso na nota e não escrito a caneta, neste caso, recomenda-se solicitar ao motorista deslacrar o caminhão e abrir o baú, antes de entrar;

e)      Após, a conferência externa somente o motorista deve entrar junto com o caminhão, e seguir para área de espera, os ajudantes deverão descer e se identificarem na portaria;

f)       Recomenda-se que os chamados “chapas” NÃO acessem as dependências do estabelecimento devendo aguardar do lado de fora até a saída do caminhão;

g)      A portaria deverá realizar toda triagem de visitantes, através da identificação eletrônica (controle de acesso) com a expedição de cartão de identificação com foto e registro em computador, facilitando o acompanhamento durante a permanência nas dependências da empresa, evitando situações inesperadas como furto / roubo, invasão e roubo de informações, controlando de forma eficiente os acessos;

h)      O local deve possuir monitoramento por câmeras de segurança.


2 – Área de espera do Caminhoneiro

a)      A área de espera do caminhoneiro deve conter banheiros com chuveiros, assim evita-se que sejam utilizados os banheiros internos e proporciona melhor controle;

b)      O motorista deve aguardar a chamada devidamente trajado não podendo ficar no local sem camisa;

c)       O local deve possuir monitoramento por câmeras de segurança.


 
3 - Recebimento


a)      O motorista só poderá acessar a área de recebimento após autorização de descarregamento;

b)      Todo descarregamento deve ser acompanhado por um colaborador do estabelecimento (conferente);

c)       Para maior controle e segurança, deve-se limitar uma área de acesso para o descarregamento, evitando que motoristas e ajudantes circulem pelas dependências internas do Centro de Distribuição;

d)   Recomenda-se que motoristas e ajudantes não descarreguem trajando chinelos, boné e sem camisa, evitando que ocorram acidentes e dificuldades de identificação em casos de furto ou roubo;

e)   Importante ter seguranças efetuando rondas nesta área para certificar que os motoristas e ajudantes estão seguindo as normas internas e inibir furtos;

f)     O conferente deverá certificar que toda mercadoria foi entregue efetuando a conferência cega (sem a posse da nota do fornecedor) evitando fraude;

g)    Para evitar conluiou no recebimento recomenda-se a conferência aleatória por uma pessoa da segurança ou da prevenção de perdas de uma carga já conferida evitando que ocorra conluio entre o motorista e conferente;

h)   Mercadorias consideradas de Alto Risco (Produtos PAR) deverão ter prioridade no recebimento, devendo receber 100% da conferência;

i)      Recomenda-se armazenar os produtos de Alto Risco em local segregado das demais mercadorias, com controle de acesso e monitoramento por câmeras e alarmes;

j)     Após o recebimento as mercadorias devem ser armazenadas de imediato nas estruturas internas do Centro de Distribuição evitando furto ou degustação.


4 – Expedição

a)        Para facilitar a expedição toda mercadoria deve estar armazenada e corretamente endereçada nas estruturas e ruas do Centro de Distribuição;

b)        Após a separação das mercadorias e encaminhamento para o Box, recomenda-se que uma pessoa da segurança ou da prevenção de perdas escolha aleatoriamente um Box e faça a conferência das mercadorias com o “Pick List”, certificando que os produtos separados batam em quantidade, espécie e destino de entrega;

c)         Recomenda-se que só pessoas autorizadas possam acessar a área de Produtos de Alto Risco, evitando acessos indevidos, furtos e roubos;

d)        Os produtos de Alto Risco devem ser conferidos em 100% pela equipe de segurança ou prevenção de perdas;

e)        O motorista ao receber a mercadoria para entrega deverá conferir em 100% o conteúdo na presença de um conferente do estabelecimento;

f)         Recomenda-se que após a conferência das mercadorias pelo motorista e armazenamento no caminhão, que a equipe de segurança ou prevenção de perdas escolha aleatoriamente um caminhão e faça a conferência novamente de toda mercadoria, a fim de detectar se há inconsistências.


5 – Dependências internas do Centro de Distribuição

a)      Recomenda-se não permitir a entrada de colaboradores, visitantes e fornecedores, portando bolsas, mochilas ou pochetes. Caso seja necessário, deve-se fazer um controle anotando os dados da pessoa e com o que ela esta entrando, deixando-a ciente que na saída haverá vistoria visual (conforme normas da empresa);

b)      Deve haver rondas constantes no interior do depósito pela equipe de segurança ou prevenção de perdas;

c)       Deve ser realizada vistoria de todo conteúdo das lixeiras e caixas de papelão antes do seu recolhimento;

d)      Recomenda-se que os sacos de lixo do interior do depósito sejam transparentes para evitar ilícitos e facilitar a vistoria pela equipe de segurança;

e)      Todas as áreas internas do Centro de Distribuição devem possuir monitoramento por câmeras;

f)       Recomenda-se registrar em sistema ou livro próprio todas as ocorrências ou anormalidades constatadas a fim de se manter uma memória corporativa.


6 - Equipe de Segurança Terceirizada ou Orgânica

a)      Importante ter uma equipe de segurança terceirizada ou orgânica bem dimensionada, atenta e treinada nas portarias e dependências internas do Centro de Distribuição;

b)      Deve-se manter atenção redobrada nas trocas de turno a fim de evitar assaltos ou intrusões;

c)       Ao contratar uma empresa de segurança, certifique-se que ela possui autorização de funcionamento emitido pelo ministério da justiça.

d)       Certificado de Segurança, em nome da empresa de segurança, emitido pela Superintendência Regional do Estado, com validade na data da apresentação;

e)       Certificado de Regularidade de Situação de Cadastramento perante a Divisão de Registros Diversos da Secretaria de Segurança Pública do Estado;

f)        Certidão da Divisão de Controle de Segurança da Polícia Federal;

g)      Certidões Negativas de Débito junto ao INSS e ISSQN.

Espero que essas dicas ajudem vocês no planejamento de segurança do Centro de Distribuição da sua empresa.

Sucesso a todos, e até o próximo artigo.
  
Autor: André Ochoa - Consultor e Profissional de Prevenção de Perdas e Segurança Patrimonial com vasta experiência no varejo e na prestação de serviços.

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PARABÉNS SÃO PAULO - 459 ANOS