segunda-feira, 30 de setembro de 2013

DIA DA SECRETÁRIA


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

CONTRATE O CONSULTOR DE SEGURANÇA - SÃO PAULO


CNASI LATINO AMERICANO 2013

CNASI Latino americano de 2013 reúne mais de 900 profissionais de TIC

A 22° edição do CNASI – Latino-americano, ocorreu em São Paulo nos últimos dias 16, 17 e 18. O evento teve com tema “Riscos e Desafios das Inovações Tecnológicas” e contou com mais de 90 atividades entre elas, palestras técnicas e de soluções, painéis de debate, cursos de qualificação e casos de sucesso. Este ano o evento surpreendeu os profissionais, além de atividades e estrutura já fortemente trabalhadas em outras edições, o evento trouxe também palestras internacionais e cursos de certificaçõesNo total foram 92 atividades, 900 participantes, 87 palestrantes, 20 patrocinadores, em três dias de evento.
“O CNASI a cada ano nos surpreende, mas esse ano foi uma grata surpresa o reconhecimento dos participantes que notaram toda a dedicação da comissão organizadora na hora de montar a programação do evento desse ano, trouxemos atrações internacionais - que era uma exigência do público-  e tornamos os painéis de debates mais interativos, estamos ansioso para o projeto do ano que vem onde planejamento trazer ainda mais novidades.” disse Natália Schettini, Gerente de Marketing do IDETI, empresa que promove o evento há 22 anos.
O CNASI reúne fornecedores e usuários de governo, indústria, comércio, serviço e finanças, esse ano o relacionamento de mercado foi diferenciado com almoço executivo, noite cultural e reuniões dentro do próprio Evento. “Nosso objetivo era tornar o CNASI o mais completo Evento de TIC, trazendo conteúdo, relacionamento e um grande volume de negócio fechados.” Completou Natália.

FONTE ACI CNASI


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

INDIGNAÇÃO E VERGONHA !


SEMINÁRIO SHOPPING CENTERS





TIROTEIO NA BASE NAVAL EM WASHINGTON

A segunda morte de Aaron Alexis está a caminho

ALEXANDRE BORGES*
O interesse da velha imprensa pelo caso do atirador Aaron Alexis, um ex-militar que matou 12 pessoas numa base naval em Washington nesta segunda-feira, tem despencado em queda livre nas últimas horas. O caso é exemplar como prova de que qualquer notícia que não reforce a narrativa dos jornalistas é descartada e que entre o interesse público e a agenda política a segunda sempre vencerá.
Para começar, Aaron Alexis é negro e budista, o que já é meio caminho para que a história seja enterrada junto com ele. Em 2011, quando o esquizofrênico Anders Behring Breivik, um branco norueguês “ultradireitista” (seja lá o que isso signifique), fez seus disparos, a tragédia serviu de desculpa para todo tipo de sociologia de botequim, daquela que a TV brasileira comete sempre que um caso possa servir para vender um embuste ideológico. Já Aaron, que não tem o physique du rôle desejado, deve rapidamente ser esquecido.
Quando Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, Barack Obama deu um discurso em que sugeriu que Martin poderia ser seu filho. E Aaron Alexis, não poderia também? Ou Barack Obama só adota seletivamente os negros que se encaixam na sua narrativa política?
O mesmo fenômeno aconteceu em 2012 com o “atirador de Toulouse”. Minutos depois da notícia de que um atirador havia espalhado o terror naquela cidade do sul da França, jornais do mundo inteiro começaram a especular sobre o crime de ódio dos brancos europeus contra imigrantes até que se descobriu que o terrorista se chamava Mohamed Merah e era um argelino muçulmano com ligações com a Al Qaeda. O nome de Merah foi rapidamente apagado do noticiário e toda sociologia de pé quebrado retirada às pressas das pautas.
O caso de Aaron Alexis é ainda mais embaraçoso para os politicamente corretos e ativistas em geral quando se conhece os detalhes que vão emergindo a cada momento e que vão além da cor e da religião “erradas” para que ele pudesse ganhar teses de doutorado e mesas redondas na CNN e na GloboNews.
Os jornais tentaram emplacar a tese de que Aaron usou uma AR-15 e que uma arma como esta não deveria estar nas mãos de um desequilibrado mental, o que ninguém discute. Só que o atirador, sabe-se agora, não carregava uma AR-15 mas pistolas de mão, daquelas que mesmo os mais ferrenhos ativistas contra as armas legais nos EUA não ousam pensar em proibir.
Outro ponto que a imprensa e os ativistas fogem é o chamado “profiling”, ou seja, um conjunto de medidas preventivas que os órgãos de segurança poderiam adotar para minimizar o risco desse tipo de tragédia. Basicamente o procedimento é monitorar cidadãos com o padrão de comportamento amplamente conhecido pelo FBI como reclusão repentina, súbito interesse por armas, mensagens violentas em redes sociais, entre outros sinais de que algo pode dar errado em breve. Há uma série de procedimentos a se adotar nesses casos e, se houvesse mais denúncias, é claro que muitas mortes seriam evitadas.
Segundo um estudo do próprio FBI, na maioria dos casos os atiradores revelam seus planos para parentes e amigos, que deveriam ser orientados para denunciar o potencial terrorista e tentar salvar a vida de inocentes, muitas vezes crianças. Estes vizinhos, amigos ou parentes, até psiquiatras que em muitos casos acompanhavam o futuro atirador, hoje não são incentivados a reportar para as autoridades o risco potencial identificado naquela determinada pessoa, já que isso seria “preconceituoso” e politicamente incorreto e, em nome dessa escolha ideológica barata, mais e mais pessoas morrem.
Mesmo com tudo isso, o mais importante assunto de todos sobre esses assassinatos seriais é uma aberração assassina chamada “gun free zones” (zonas livres de armas), o que inclui escolas, universidades e bases militares como as de ontem, não por coincidência os locais preferidos dos atiradores.
Uma “gun free zone” é nada mais que um aviso a qualquer assassino em potencial de que, se ele estiver armado, nada vai impedir que ele faça o que quiser naquele local, que ninguém terá como se defender. O inferno das boas intenções.
A “gun free zone” é a materialização de todas as perversões ideológicas num local físico em que serem humanos são transformados em alvos indefesos por políticos que normalmente passam a vida longe desse tipo de risco, trafegando em carros blindados e rodeados de seguranças, como Bill Clinton, seu maior entusiasta e em cujo governo elas se espalharam como praga.
É bom lembrar também o caso ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood, quando o major muçulmano Nidal Malik Hasan matou 13 companheiros de trabalho e feriu outros trinta gritando “Allahu Akbar” (Deus é grande) enquanto fazia os disparos em outra “gun free zone”.
Como explicar que uma base naval, local de trabalho de militares, é uma zona proibida para armas, desafia a lógica, o bom senso e a sensatez. Mais do que mortos por balas, as doze vítimas de Aaron morrem por não poderem se defender, mesmo dentro de uma área militar e frequentada por profissionais das forças armadas, que assim vão ficando cada vez menos uma “força” e muito menos “armadas”.
Por que atiradores não escolhem locais repletos de gente armada para fazerem seus disparos? Por que sempre escolhem as “gun free zones”, mera coincidência? Por que não se faz uma campanha de conscientização da população para denunciar potenciais atiradores para as autoridades? Não espere ver qualquer um desses temas debatidos na grande imprensa. Como Aaron Alexis é negro, budista, atirou com pistolas de mão numa “gun free zone”, sua história simplesmente não interessa e tem tudo para ser rapidamente esquecida.
* DIRETOR DO INSTITUTO LIBERAL


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

WTC 12 ANOS DA TRAGÉDIA

11 de Setembro de 2001

UM MINUTO DE SILÊNCIO


Caros amigos profissionais do segmento de segurança corporativa, segurança pública, privada, orgânica, eletrônica etc.
Hoje é o dia 11 de setembro, data que marcou definitivamente na existência da humanidade a face mais terrível  do caos e do terrorismo.

Com os  estudos e pesquisas em  Gerenciamento de Riscos Globais constatamos  que o pensamento assimétrico dos mentores dos atentados prevaleceram, mesmo se quisermos crer nas teorias da conspiração  , e que o despreparo para uma situação de tamanha crise em NYC era fato nos Estados Unidos da América.

Lutamos há muitos anos nas organizações por onde passamos  contra o amadorismo, a improvisação, o achismo e o despreparo que levam à perdas e morte muitas pessoas , em caso de graves ocorrências.
Paremos um minuto para pensar em nossa trajetória profissional e em todas as vidas que foram ceifadas nos Estados Unidos .

Não podemos errar, não temos este direito, meus amigos e companheiros.
Temos que estudar, analisar, pesquisar, investigar, dirigir, controlar, organizar, coordenar e definitivamente AGIR. Melhorando continuamente na capacidade técnica e qualidade  da execução das operações , e no cumprimento das normas legais e técnicas para a aprovação dos projetos de segurança no Brasil.

Vamos nos unir por um objetivo comum, vencer inimigos até invisíveis com a especialização, capacitação, qualificação profissional, estratégia e inteligência ?

Eu, Ulisses Nascimento – especialista em segurança pela ABSO, faço agora esta reflexão e espero os amigos no Encontro de Atualização Profissional na sede do INPAME São Paulo no dia 20 do corrente para a troca de experiências, informações e conhecimentos.

Homenagem aos heróis e anônimos de 11 de Setembro de 2001.




O QUE APRENDEMOS COM ESTA TRAGÉDIA ?


terça-feira, 3 de setembro de 2013

O gestor de segurança nas estratégias de proteção empresarial

O gestor de segurança nas estratégias de proteção empresarial


Mesmo nos dias atuais, com a criminalidade cada vez mais crescente e presente em nossas rotinas diárias, ainda são poucas as empresas que entendem pela necessidade de um Departamento de Segurança Patrimonial estruturado e formado por profissionais especialistas em proteção empresarial.

Infelizmente ainda é comum atribuir a responsabilidade de toda a proteção empresarial unicamente a vigilantes e/ou porteiros em seus turnos de serviços, dos quais geralmente estão subordinados a Áreas de Recursos Humanos ou Segurança do Trabalho.

Segurança Empresarial é coisa séria e deve receber o mesmo respeito e tratamento de outras áreas vitais das empresas. São atividades que tem por natureza a proteção e preservação de vidas, bens, patrimônio, imagem, etc, onde costumeiramente, demandam necessidades específicas de planejamentos, estudos, análises, dentre outras tarefas. Permitir que essas ações estejam sob responsabilidade direta de pessoas não preparadas ou em áreas das quais a atividade fim não seja proteção patrimonial é sem dúvidas, brincar de “roleta russa” com a “saúde” e futuro da empresa.

As atividades da área de segurança empresarial vão muito além de colocar os vigilantes e/ou porteiros em seus locais de trabalho. Elas devem propiciar um ambiente seguro e produtivo com condições de rápidas respostas e reações em casos de crises e emergências, cooperando diretamente com a alta gestão da empresa, com base nos pilares de proteção e preservação de vidas e negócio como um todo.

"... as atividades da área de segurança empresarial vão muito além de colocar os vigilantes e/ou porteiros em seus locais de trabalho..." 

A forma em que as empresas tomadoras de serviços encontram para receber um pouco de orientação estratégica de segurança empresarial é a utilização da famosa “consultoria gratuita” prestada por gerentes, coordenadores, supervisores operacionais de empresas prestadoras de serviços de segurança privada.

Essa condição não é a mais ideal, pois embora sejam pessoas que geralmente detém amplos conhecimentos em segurança empresarial, não conhecem em detalhes o dia a dia e realidade do negócio, propondo por vezes, “remédios” incompatíveis com os problemas que surgirem ou ainda soluções inviáveis com a realidade financeira das empresas das quais prestam seus serviços.

A raiz problema em muitas ocasiões está diretamente ligada com falsa impressão de economia que a alta direção das empresas acredita ter, oras com a inexistência de um gestor de segurança patrimonial orgânico e sua equipe, oras quando barganham ao máximo os valores contratuais, “espremendo” a margem de lucros das empresas de segurança privada.

As empresas de segurança privada vivem diárias “batalhas” comerciais cada vez mais acirradas, buscando sempre mínimas vantagens competitivas para conseguir conquistar e manter seus contratos. Constantes negociações comerciais que visam apenas a diminuição de preço sem observância da qualidade e estruturas organizacionais, carecem reflexão por aqueles que desfrutam de seus serviços. Uma vez escutei de um amigo: “as pessoas tem aquilo que pagam” e parando para refletir um pouco, embora não tenha gostado na ocasião em que ouvi, tenho que dar total razão ao comentário. Não importa em qual polo estejamos, seja administrador / gerente / cliente, temos que prezar pela excelência na qualidade da prestação de serviços.

Antes de contratar uma empresa de segurança privada, analisar, comparar e auditar, por seus tamanhos, estruturas, carteiras de clientes, passivos trabalhistas, “saúde” financeira, etc, são tarefas essenciais e que irão refletir diretamente na prestação dos serviços. Não se pode escolher por uma ou outra empresa sem antes analisa-las minuciosamente.

Por outro lado, a necessidade de contratação de um Gestor de Segurança Patrimonial e a formação de uma equipe de proteção empresarial orgânica é implícita à realidade de qualquer empresa e negócio, devendo observar alguns requisitos, pois todos os colaboradores devem agregar valor, apresentar resultados, formar times e cooperar para manter o negócio empresarial sempre rentável.

O gestor de segurança deve estar atento à necessidade de cada colaborador que compõe a sua equipe de trabalho, bem como deve entender as vontades e anseios dos demais colaboradores da empresa. Buscar enxergar insatisfações com profissionalismo, propor soluções e proporcionar a todos um ambiente seguro e harmônico, faz parte das atribuições de seu papel.

Para exercer com eficiência sua gestão, o profissional além de boa apresentação pessoal, boa dicção, bons conhecimentos gerais, facilidade de relacionamento interpessoal, deverá demonstrar as seguintes habilidades comportamentais:

a) Flexibilidade
Perceber as mudanças na sua vida profissional e ter rápida adaptabilidade para agir em possíveis tomadas de decisões emergenciais.

b) Atualização
Fundamental para rápidas tomadas de decisões, estar informado e ter amplo conhecimento global generalizado, permitindo uma melhor visão sistêmica em todos os aspectos.

c) Globalização
O Brasil tende a dominar o mercado latino-americano. As maiores empresas do mundo, provavelmente farão suas bases em nosso país. Esta realidade faz com que o domínio do idioma espanhol e inglês seja fundamental.

d) Administrador do tempo
É necessário que saiba administrar seu tempo, pois o tempo é vantagem competitiva. Segundo Marins, o tempo será o capital mais valorizado, pois não pode ser comprado e a velocidade faz a diferença.

e) Visão de negócio
Perceber que metas individuais devem estar alinhadas com as metas estratégicas da empresa é uma visão importante para que entenda como o negócio está no cenário local, regional, nacional e global.

g) Comprometimento com a vida
Ter comprometimento com vida significa manter equilíbrio com sua família, profissão e empresa. Manter está tríade equilibrada, são os pilares fundamentais para o sucesso de qualquer profissional.

As atribuições profissionais para o desempenho das atividades do gestor de segurança podem variar muito entre empresas, contudo, destaco algumas tarefas de caráter básico do qual o profissional de segurança deverá estar familiarizado a desenvolver:

a) Política integrada de segurança
Manuais de normas de segurança patrimonial, procedimentos e manuais de prevenção de perdas;

b) Projetos de segurança e de melhorias
Proposição de plano de ação e plano de mitigação de riscos

c) Planos de segurança
Plano de contingência para as situações de emergências, plano de continuidade de negócios, plano de gerenciamento de crises, plano de gerenciamento de riscos, planos de instrução alinhados com legislação Segurança Empresarial e Trabalhista, bem como conhecimento das convenções sindicais onde opera.


Pelo exposto apresentado, observamos que embora existam muitas empresas que ofereçam serviços de segurança privada e muitas pessoas que se julgam preparadas para assumir uma função gerencial em segurança empresarial, poucas de fato estão para assumirem esses desafios.

Unir excelentes profissionais e empresas ideais não são tarefas fáceis em um segmento tão competitivo e pouco valorizado. Excelentes profissionais procuram laborar em excelentes empresas e essas por sua vez, tendem a propiciar ambientes sadios, com muitas possibilidades de aperfeiçoamentos constantes.

Na área de Segurança Empresarial, empresas que valorizam e mantém um corpo de segurança ativo e preparado, ainda é exceção infelizmente. Estamos frente a um momento de muitas mudanças e às vésperas de Copa e Olimpíada do Mundo aqui no Brasil.

Todas as empresas deverão se preocupar com esses eventos. Muitas oportunidades de negócios nos mais diferenciados setores surgirão e juntamente com isso, aumentarão os riscos do negócio por força das possíveis concorrências desleais.

Manter uma equipe de segurança empresarial orgânica, treinada e preparada, sob comando de um gestor à especialista no assunto, é sem sobra de dúvidas, cuidar e querer muito bem a sua empresa!
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Sobre o autor: Antonio de Barros Mello Neves é Especialista em Segurança Empresarial, com experiência profissional há mais de quinze anos; Oficial da Reserva da Arma de Infantaria do Exército Brasileiro; Ex-Diretor da ABORE, Associação Brasileira dos Oficiais da Reserva do Exército – nas gestões 2002/2004 e 2008/2010; MBS – Master Business Security – Brasiliano; Instrutor de Armamento, Munição e Tiro; Exerceu atividades como: Supervisor de Segurança na PROSEGUR BRASIL S/A – Transportes de Valores; Coordenador de Proteção Patrimonial na COCA COLA FEMSA; Coordenador de Segurança e Riscos de Transportes Rodoviários na FOXCONN; e atualmente Coordenador de Segurança em HEINEKEN BRASIL. Contatos: E-mail:  consulteneves@gmail.com | Celular: 11 973 142 429



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RUMO AO FUTURO


FURTO E ROUBO DE VEÍCULOS


ROUBO DE CARROS NO BRASIL
Como quase todas as operações de qualquer seguradora ao redor do mundo, a carteira de automóveis, sem dúvida, é a mais movimentada, seja pelo número de fechamento de apólices, seja pelo doloroso momento de comunicar que o carro foi batido ou roubado. Em termos de roubo, via de regra, a conclusão é de que o bandido sempre é esperto demais. Porém, é preciso observar também que alguns comportamentos e costumes dos motoristas acabam por facilitar a ação dos ladrões.
Um levantamento da área de Prevenção de Perdas da Zurich Seguros, multinacional de origem suíça que atua no Brasil, apontou que o comportamento dos proprietários de veículos também contribui negativamente para o aumento dos índices de roubo de automóveis, o que impacta diretamente no aumento do valor do seguro dos carros.
“A frequência com que um determinado modelo de automóvel é roubado é critério para a composição do preço do seguro, bem como o perfil do motorista. Por isso, alterar ou rever alguns comportamentos é válido não só para o mercado perceber que aquele modelo não é mais alvo de ladrões e baixar o preço do seguro, mas principalmente para evitar um trauma dentro de uma família”, comenta o consultor de Riscos de Transportes e Frotas da Zurich Seguros para a América Latina, Luis Vitiritti, responsável pela elaboração do estudo.
No Brasil, de acordo com números divulgados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), que utiliza como base dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o combate a esse tipo de crime ainda representa um desafio para as autoridades. Para se ter ideia, entre janeiro e junho deste ano, 1256 veículos foram roubados diariamente, em todo território nacional, algo em torno de 38 mil ocorrências mensais. Se este cenário se repetir nos próximos seis meses, deve-se fechar 2013 com mais de 458 mil casos. Ainda segundo o CNseg, dos 229.280 mil automóveis roubados até junho de 2013, o Sudeste concentra, em média, 63,43% das ocorrências, seguido do Sul (14,65%), Nordeste (10,69%), Centro-Oeste (7,88%) e Norte (3,35%).

Cuidados

De Norte a Sul do país, o importante é ter atenção a pequenos detalhes do dia-a-dia. Luis Vitiritti ressalta que essas medidas de segurança podem ser facilmente aplicáveis à rotina de qualquer pessoa. “Para quase todos os casos, aconselhamos que os proprietários ajam com atenção para resguardar sua segurança pessoal e também dos automóveis e bens especialmente em congestionamentos e locais de grande aglomeração, que representam o maior ambiente de risco nesses casos”.
Confira abaixo algumas dicas que podem ajudar a prevenir que seu carro seja roubado e te poupar de uma dor de cabeça.
1. Esteja atento quando trafegar em vias congestionadas e acompanhe os movimentos ao redor de seu veículo, especialmente se houver pessoas andando entre os carros. Lembre de fazer a observação utilizando os três espelhos do carro. 

2. Teste seus alarmes e sistemas de rastreamento. Peça para que o instalador e equipe de manutenção ajudem nessa tarefa. E se não os tiver, avalie o investimento na instalação de equipamentos que dificultam a ação de bandidos como travas, alarmes, filmes protetores nos vidros, rastreadores, entre outros. Isso, inclusive, é ponto passível de redução do valor do seu seguro. 

3. Prefira trafegar em vias de menor fluxo, mas com iluminação adequada e sempre com os vidros levantados. 

4. Seja rápido ao estacionar ou sair do local estacionado, já que a maioria das abordagens ocorre exatamente neste momento. 

5. Nunca deixe seu veículo desacompanhado e ligado, com a chave no contato, nem quando for apenas deixar uma encomenda na portaria do prédio do seu melhor amigo. 

6. Estacione sempre em locais iluminados e dê preferência a estacionamentos privados. Na rua, prefira os locais debaixo de postes ou em frente a locais com maior movimentação. 

7. Evite estacionar ou mesmo trafegar próximo de locais em que estejam acontecendo grandes eventos, como: shows, jogos de futebol, manifestações, eventos religiosos. Para quê arriscar se é possível buscar vias alternativas? 

8. No caso de uso de “valet park” acompanhe a vistoria do manobrista e solicite um comprovante contendo nome claro do prestador de serviço e CNPJ da empresa. 

9. Fique atento às notícias de roubo em locais onde você costuma trafegar ou mesmo em que vai passar. 

10. Guarde em sua residência cópia dos documentos e dados do veículo e seus equipamentos.

FONTE PORTAL ADMINISTRADORES.COM

SEGURANÇA NA INTERNET


SWAT


DICAS DE SEGURANÇA


GLOBAL RISK MEETING 2013


CONTRAN INFORMA : VIAGEM SEGURA