sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

TV INN


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

DE OLHO NA SEGURANÇA


VIP PROTECTION / CEAS BRASIL


FORA PRECONCEITO


COMBATE COM FACA


MBA DE SEGURANÇA CORPORATIVA / FACEI


CEAS BRASIL


EMERGÊNCIA


TRABALHE COM SEGURANÇA


EU APOIO O MAJOR OLÍMPIO


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Fórum - Segurança nas Escolas

CORAGEM / MILIPOL


GRUPO DIRECIONAL


ABSO


CRIMES VIRTUAIS


MONITORAMENTO DE CIDADES EM ALTA


MERCADO DA BIOMETRIA AVANÇA NO MUNDO


SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO / MERCADO EM ALTA


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

PATROCINADORES E INVESTIDORES

COMUNICADO IMPORTANTE

BOM DIA AMIGOS. PODERIAM COMPARTILHAR EM SUA REDE DE CONTATOS ? INFORMO QUE ESTAMOS EM BUSCA DE PARCEIROS QUE POSSUAM SALAS MULTIMÍDIA , PRÓXIMAS A METRÔ OU CPTM E QUE ESTEJAM INTERESSADOS NO PROJETO DA LATINO AMÉRICA EDUCACIONAL / CENTRO DE ESPECIALIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE GESTORES DE SEGURANÇA NO BRASIL. AOS AMIGOS DE OUTRAS CIDADES E ESTADOS INFORMO QUE PODEREMOS CRIAR POLOS.MEU CELULAR 0XX11 9 88349838. 

ULISSES NASCIMENTO, CES

GIASES 17 ANOS

“Pensando, vivendo e respirando Segurança no dia a dia das Universidades de São Paulo”
Para falar da importância do GIASES ( Grupo Integrado de Apoio a Segurança do Ensino Superior Particular do Estado de São Paulo ) voltemos a Outubro do ano de 1996, quando o SEMESP       ( Sindicado das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo ) deu início em sua sede social, a uma ampla discussão e debate sobre a criminalidade e aumento da violência urbana na cidade de São Paulo.
Após três reuniões criou-se em 26 de Fevereiro de 1997, o Grupo Informal de Agentes de Segurança do Ensino Superior ( GIASES ) gerido por um regulamento próprio e aprovado por diversas Instituições de Ensino Superior fundadoras, caracterizado pela sua informalidade e confidencialidade, sem fins lucrativos e com vínculo apenas com as Instituições de Ensino Superior  participantes do Grupo de Agentes de Segurança.
Nasceu o GIASES apoiado pelo SEMESP no bairro do Ipiranga, reunindo as chefias de segurança das faculdades, centros universitários e universidades do Estado de São Paulo, com o objetivo de trocar experiências, na busca de soluções conjuntas para o grave problema do aumento da violência nos Campi reflexo do aumento da insegurança pública.

Em 26 de Março de 1997 foi eleita a primeira diretoria do GIASES com as propostas de: realizar ações positivas e concretas contra o uso indevido de entorpecentes nos campi, criar uma rede de informações junto com os órgãos policiais ( na época o DECAP da Polícia Civil do Estado de São Paulo ), aumentar o conhecimento sobre as novas tecnologias na área de segurança patrimonial e eletrônica, fazer um planejamento em conjunto com a CET   ( Companhia de Engenharia de Tráfego ) para evitar acidentes no entorno dos Campi, manter um bom relacionamento com diversos órgãos do poder público , principalmente a aproximação com as Administrações Regionais e com a Prefeitura da Cidade de São Paulo e fazer uma pesquisa preliminar  junto aos membros do GIASES sobre a infra estrutura e gestão  dos departamentos de segurança patrimonial nos diversos Campi de São Paulo.
Diversos produtos foram criados pelas administrações anteriores à Gestão Tempestade de Compromisso liderada pelo Sr. Ulisses Nascimento da Universidade Paulista (UNIP) no ano de 2005, como as cartilhas referentes  ao aprimoramento do controle de acesso , a criação de campanhas contra a Droga nas Escolas e o Manual do Plano de Emergência das Instituições de Ensino. No ano de 2005 o GIASES já com sua nova denominação – Grupo Integrado de Apoio à Segurança do Ensino Superior do Estado de São Paulo - que foi aprovada em Assembléia Geral em 2003 , segue novos rumos.
A nova Gestão caminhou em direção ao planejamento,  da  qualidade e do esforço conjunto para fazer com que todas as IES estivessem comprometidas com a eficiência administrativa e que o trabalho de inteligência em segurança empresarial fosse aplicado aos departamentos de segurança do ensino superior.
A   Gestão Proteção Profissional  foi uma administração do GIASES que teve  como Coordenador o Sr. Ulisses Nascimento da UNIP em seu segundo mandato  , o vice-coordenador Sr. Wagner Grans da Universidade São Judas Tadeu, e teve como secretários os Srs. Paulo Borges da FECAP e Sr. Agenor Bomfim da UNINOVE , teve orgulho  de sua contribuição para a melhoria da qualidade dos corpos de segurança, e diminuição das ocorrências externas e internas  nas Universidades do Estado de São Paulo  .
Os membros do GIASES e seus parceiros estão cada vez mais conscientes do papel de multiplicadores, pois o espaço do GIASES é para congregar efetivamente os profissionais que gerenciam as áreas de Segurança do Trabalho, Patrimonial , Informações e Emergência e seus subsistemas. A troca de experiências, conhecimento  e informações entre as IES que participam das reuniões mensais é fator fundamental para transformar este Grupo de Profissionais, no “ Observatório  “ de melhores práticas em segurança , voltada ao segmento educacional do Estado de São Paulo . O exemplo do GIASES deve ser seguido pelos responsáveis pela segurança escolar e universitária do Brasil, pois a união é fator fundamental para dar segurança ao negócio educacional, aos alunos, professores e colaboradores do sistema. Estaremos sempre dispostos  a ajudar na criação dos Fóruns Regionais e Estaduais que discutam temas pertinentes à Educação e Segurança.
A luta continuou  e o futuro do GIASES apoiado pelo SEMESP, está nas mãos da nova diretoria, que  desde 2008 conta com o Sr. Wagner Grans à frente, com o Sr. Ulisses Nascimento na vice coordenação e diretoria de relacionamento e os secretários Srs. Paulo Borges da Fecap e Agenor Bomfim agora na UMC  .
Esta diretoria está  desenvolvendo pesquisas e estudos para fundamentar a análise de cenários prospectivos e gerenciamento de risco nos Campi Universitários , melhorando o processo de capacitação e treinamento de Gestores e desenvolvendo o conceito de Proteção Preventiva. Pretende realizar eventos e encontros de segurança universitária e também ouvir o aluno, o professor , o colaborador , nossas  campanhas educativas estão sendo desenvolvidas pelos nossos parceiros do setor publico e do setor privado e acima de tudo pretendemos multiplicar conhecimento científico em uma área que é inédita no Brasil.

CONSULTORIA DE SEGURANÇA


sábado, 8 de fevereiro de 2014

CABEÇA ERGUIDA


CONVITE PARA O ENCONTRO DE BOMBEIROS


SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS

SP: condomínios gastam milhões em tecnologia para evitar arrastões
Prédio chega a gastar R$ 50 mil por mês em segurança privada. Em 2013, foram registrados 13 arrastões. E 4 em 2014. Mas número pode ser maior.

O Sindicato de Habitação de São Paulo vai trabalhar em parceria com a polícia para evitar arrastões em condomínios. Só neste começo de ano já foram registrados quatro arrastões. 
Mas os números podem ser maiores, já que tem morador que – por medo de desvalorização do imóvel ou de retaliação dos bandidos – acaba não registrando o crime.
Muitos condomínios têm investido milhões em tecnologia. Mas o Sindicato das Administradoras de Condomínio avisa: se os funcionários não estiverem bem treinados, não adianta nada.
Vistoria no carro antes de entrar no condomínio. Grades, cerca elétrica, comunicação entre os seguranças e um sistema de monitoramento com muitas câmeras, que dá ao porteiro a visão das áreas comuns do prédio. Todo esse aparato custou R$ 130 mil para os moradores de um condomínio na região do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo.
“R$ 50 mil por mês com segurança privada. Tem tido muito assalto, arrastão, é uma coisa comum. Então, o único jeito da gente realmente poder garantir um pouco mais a segurança e a integridade física dos condôminos da região e dos moradores foi intensificar a segurança particular”, afirma a síndica do condomínio, Priscila Gargalac.
Para o consultor em segurança Ivan Sindicic, não basta apenas fazer investimentos. “Duas coisas: que o condômino, ele compre essa ideia e ele respeite a ideia. Não vale carteirada de condômino. E treinamento para os funcionários. Sem esses dois, não adianta investir milhões, que não vai dar certo”, avalia o especialista.
O Sindicato de Habitação diz que no ano passado ocorreram 13 arrastões em condomínios na cidade de São Paulo. E que neste ano já foram quatro.
Para especialistas em segurança, esses números são subestimados. Ou seja, muito abaixo da realidade. Eles dizem que, na maioria das vezes, os moradores não vão registrar a ocorrência na delegacia – ou por medo dos ladrões ou por medo da desvalorização do imóvel.
Esta semana, o Sindicato da Habitação e a Secretaria da Segurança paulista vão firmar um convênio para tentar evitar os arrastões. Serão dadas palestras e distribuídos folhetos nos condomínios, sobre segurança.
“Nós estamos imprimindo 80 mil folhetos para distribuir nos 40 mil condomínios do estado de São Paulo. E vamos aumentar, incrementar os cursos, incrementar a divulgação e incrementar a conscientização da população. Se nós não participarmos, a Polícia Civil e a Polícia Militar, sozinhas, não darão conta do problema”, afirma o vice-presidente do Secovi/SP, Hubert Gebara.
O Deic – Departamento de Polícia Civil de São Paulo – disse que foram esclarecidos 76% dos arrastões do ano passado. Neste começo de ano, dois casos já foram desvendados.